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Especismo (palestra)

Especismo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Especismo é a atribuição de valores ou direitos diferentes a seres dependendo da sua afiliação a determinada espécie. O termo foi cunhado e é usado principalmente por defensores dos direitos animais para se referir à discriminação que envolve atribuir a animais sencientes diferentes valores e direitos baseados na sua espécie, nomeadamente quanto ao direito de propriedade ou posse.

O especista acredita que, a vida de um membro da espécie humana, pelo simples fato do indivíduo pertencer à espécie humana, tem mais peso, mais importância do que a vida de qualquer outro ser. Os fatores biológicos que, determinam a linha divisória de nossa espécie teriam um valor moral – nossa vida valeria “mais” que, a de qualquer outra espécie.


De modo similar ao sexismo e ao racismo, a discriminação especista pressupõe que os interesses de um indivíduo são de menor importância pelo mero feito de se pertencer a uma determinada espécie. De acordo com a igual consideração de interesses,[1] de qualquer que seja a espécie os interesses semelhantes devem ser respeitados. Inferir dor num animal sem se preocupar com isso, é ignorar o princípio básico da igualdade, que parte da premissa da igual consideração de interesses.

Inside Job / Trabalho Interno (doc)

Narrado por Matt Damon, o documentário escancara verdades da crise econômica mundial de 2008, que abalou os Estados Unidos e resultou na perda do emprego e moradia para milhões de pessoas. O filme mostra as relações políticas em pesquisas e entrevistas com figurões do sistema financeiro norte-americano, como o ex-corretor do CitiGroup e Merrill Lynch, Satyajit Das, economistas, lobistas e professores universitários.
Assista

O Veneno Está na Mesa (doc)

Documentário de Silvio Tendler denuncia os altos níveis de agrotóxicos usados no país e os riscos dessa utilização para a saúde humana e ambiental.
  •  No último dia 25 de julho, foi lançado no Rio de Janeiro o documentário “O Veneno está na Mesa”, de Silvio Tendler. Em cerca de 60 minutos, o filme mostra como o país facilita o consumo dos agrotóxicos e como movimentos sociais e setores do próprio governo como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Nacional do Câncer (Inca) têm tentado, de formas distintas, alertar sobre o problema. Com entrevistas de trabalhadores rurais, pesquisadores da área da saúde e diversos dados e informações inéditas, o documentário denuncia casos de contaminação pelo uso de agrotóxicos, inclusive com a morte de um trabalhador, e mostra como é possível estabelecer outro modelo de produção sem o uso de venenos, baseado na agroecologia. Em estreia lotada, com a presença de mais de 700 pessoas, Silvio Tendler pede que o filme circule por todo o país. Como as cópias não serão vendidas, ele autoriza as pessoas a reproduzirem o documentário para que o sinal de alerta chegue a todos os cantos do país e anuncia que em breve o filme também estará disponível na internet.
Assista! 
( por favor divulgue )

Por uma agricultura sem agrotóxicos: ‘O veneno está na mesa’, entrevista com Silvio Tendler.
Publicado em agosto 1, 2011


O filme foi construído em constante diálogo com movimentos sociais. Essa experiência foi diferente dos outros filmes?

Do ponto de vista da produção é o primeiro trabalho junto com os movimentos sociais, mas do ponto de vista da difusão, não. Meus filmes sempre estiveram vinculados aos movimentos sociais – eu filmei a inauguração da Escola Nacional Florestan Fernandes [Enff/MST], projetei meus filmes lá. Eu circulo por esse país apresentando os filmes aos movimentos sociais, então, sempre tive essa vinculação. A produção de um trabalho em conjunto, que para mim é uma coisa muito honrosa, é a primeira vez. E eu acho até que é o resultado natural do processo. Depois de fazer tantas coisas juntos, é normal que a gente pense em fazer um filme juntos. No caso do filme sobre os agrotóxicos, acho que foi um casamento natural que ‘juntou a fome com a vontade de comer’. Há uns dois anos eu estive no Uruguai e conversei com o [escritor] Eduardo Galeano, aí ele me falou que o Brasil é o país que mais usava agrotóxicos. Ele disse isso com uma certa tristeza por ser o Brasil, e, sobretudo, pelas circunstâncias políticas que nós vivemos. Aí eu voltei para o Brasil com a ideia de fazer alguma coisa sobre os agrotóxicos. Pensei em fazer uns spots para colocar no Youtube, conversei sobre isso com o [João Pedro] Stedile [coordenador nacional do MST] e ele deu força, então começamos a conversar. Um dia ele falou: ‘Olha, está surgindo um movimento muito forte contra os agrotóxicos e eu acho que dá para juntar com aquela sua ideia do filme’. Desse casamento, nasceu ‘O veneno está na mesa’.

 
A expectativa que você tinha antes de ir a campo realizar as filmagens e entrevistas se confirmou durante o processo?

O documentário sempre supera as expectativas. Sempre a realidade é mais forte do que a ficção. Eu sou documentarista por isso, porque acho que a realidade é muito forte. Em primeiro lugar pudemos ver que o veneno contido nos agrotóxicos não é um fato teórico, é uma realidade muito dura e muito difícil, mais dramática do que eu imaginava. E segundo que o trabalho e a luta das pessoas que reagem e enfrentam também é muito difícil, então, nesse sentido, é um filme mais completo do que o meu imaginário e muito mais forte. Eu estou muito feliz por estar fazendo esse filme.

Quanto tempo durou o processo de filmagem?

Uns seis meses. Começamos no final do ano passado. Fizemos com muito pouco recurso, é um filme muito barato para o que ele é. Fizemos filmagens em Porto Alegre, Ceará, Espírito Santo, envolvemos muita gente, fizemos tudo com muito carinho, com a maior qualidade. Temos três grandes atores narrando o filme – Julia Lemmertz, Caco Ciocler e Dira Paes – além de um diretor de teatro que é um ícone para essa garotada, que é o Amir Haddad. Então, temos um produto com um baita acabamento e muito pouca grana. Muito mais barato do que essa campanha que está no ar hoje de defesa do agrotóxico [a campanha Sou Agro]. A diferença é que fizemos com paixão e com carinho, e não com grana.

Diante dessa forte propaganda do agronegócio em defesa do modelo de produção que utiliza agrotóxicos, o que você espera da difusão do filme?

Eu espero esse entusiasmo da juventude, da militância. Na verdade, esse é um filme que de uma outra forma eficaz combate a pirataria, porque na verdade as cópias serão dadas e não vendidas, então, ninguém vai comprar. O filme segue com o selo “copie e distribua”, e eu espero que essa forma de a gente trabalhar funcione, por exemplo, como a eficácia de um blog na internet, pelo qual as pessoas se informam. Esse filme, de uma certa maneira, é um blog em forma de DVD, que será distribuído, vai circular, as pessoas vão assistir e vão criar um movimento de consciência de que realmente o agrotóxico é uma coisa muito ruim para todo mundo. A mensagem é que nós podemos construir uma agricultura sem agrotóxicos. Que, a partir do momento em que a sociedade se organiza e se mobiliza, nós podemos começar a pensar na vida sem agrotóxico, pensar num outro projeto de vida que a gente quer fazer. E essa mudança em relação aos agrotóxicos pode funcionar daqui para frente em relação a tudo o que queremos da vida.

 
Entrevista concedida a Raquel Júnia – EPSJV/Fiocruz. Fotos: Raquel Torres – EPSJV/Fiocruz

O Sindicato: O Negócio por Trás do Barato (doc)

Atenção:

Não fazemos apologia alguma ao uso da Cannabis Sativa como droga entorpecente. Muito pelo contrário, somos contra o uso de qualquer tipo de droga, porém as utilidades cannabis como matéria-prima mais versátil que existe, precisa ser mais exploradas e divulgadas.
Existe uma aintiga pressão política e elitista que tende a impedir qualquer avanço nesta áerea, pra compreender melhor isso, veja o video e leia a matéria.



Sinopse: O comércio ilegal da maconha se transformou num negócio gigante, que movimenta $7 bilhões de dólares anualmente apenas no Canadá. Embora o documentário aborde de forma sucinta os princípios e políticas passadas que classificaram a maconha como “uma droga poderosa e perigosa”, apresenta uma pergunta bastante válida. Por quê? Durante a II Guerra Mundial, o governo americano reverte seu posicionamento e decide que o cânhamo é um importante “commodity”. Eclode a Guerra do Vietnã e os protestos iniciados pelos hippies, então o presidente Nixon decide torná-la ilegal outra vez, apesar de todos os estudos médicos afirmarem que ela não tinha efeitos negativos. Atualmente, até o cultivo do cânhamo é ilegal, em que pese o fato de ser ecologicamente correto, e produzir uma vasta gama de produtos: roupas, combustível, papel, comida, oxigênio, sem consumir os recursos fósseis. Então por que a sociedade gasta 4/5 do seu orçamento anual contra as drogas para manter a maconha longe das ruas? O documentário mostra como os cultivos caseiros se transformaram num negócio multibilionário. Mesmo assim, a sociedade recusa a aceitar seus benefícios naturais e continua a gastar milhões para processar e prender aqueles que a cultivam, vendem ou fumam. O documentário entrevista historiadores, escritores, estudiosos, policiais, representantes do governo, cultivadores e celebridades (Tommy Chong, Joe Rogan, Garota Melancia) dos EUA e Canadá, analisando a causa e efeito da natureza do negócio – uma indústria que pode lucrar mais se permanecer ilegal.
Assista!






Pois isso não é absolutamente nada perto do potencial econômico desta magnífica planta. O cânhamo caminha de volta a tomar seu lugar de direito na agricultura e pecuária, indústrias têxtil, alimentícia, farmacêutica, do papel, agro-indústrias de óleo, combustível, suplementos alimentares entre muitos outros subprodutos da erva.
Devido ao seu fácil cultivo, baixo custo, sua qualidade, durabilidade e adaptação a quase todos os climas terrestres, a maconha tem cerca de 250.000 subprodutos como:

Plástico = forte como o do petróleo, porém biodegradável.
Fibra têxtil = A mais forte fibra existente antes do nylon, não mofa como o algodão.
Papel = mais barato, ecológico, e tão bom quanto o da celulose das árvores.
Etanol = muito mais ecológico que o do milho e da cana de açúcar.
Alimentos = sua semente é muito mais nutritiva que a soja e não contém THC.
Medicamentos = contra dor, esclerose múltipla, glaucoma, ansiedade; entre diversos outros.
Pão

Cereais Matinais

Biscoito

Brownies

Queijo

Farinha

Macarrão

Suplemento Alimentar

Mostarda

Molho Pesto

Barras de Cereais

 Leite bastante nutritivo



Creme Protetor


Creme Hidratante




Tênis feito da fibra do cânhamo



Sativex: Trata da esclerose múltipla




Azeite comestível de semente de cânhamo

Quando a semente da planta do cânhamo é prensado a frio, produz um óleo que tem um gosto doce delicioso, que é apreciado por ambos os gourmet.

Não só gosto óleo de semente de cânhamo é excelente, mas é ótimo para saúde, contém ômega 3 e ômega 6, ácidos graxos essenciais (LA, LNA) e GLA.
Óleo de semente naturais de cânhamo, é considerado o óleo nº1 à nível nutricional, devido ao fato de ter o perfil mais alto no total de ácidos graxos essenciais (EFA, excelente gorduras saudáveis​​). Prensado a frio o óleo de sementes naturais de cânhamo é mistura muito própria da natureza saudável de ômega 3 e 6 ácidos gordos importantes. O óleo de semente de cânhamo também não fica rançoso rapidamente.


Papel

A fibra da maconha, também chamada de filaça, é muito usada na indústria de papel, pois um hectare de maconha produz o mesmo que quatro hectares de eucaliptos, num período de vinte anos.

A maioria dos itens cotidianos é feito de plástico de petróleo, produzindo resíduos e poluindo o meio ambiente. Diante deste dilema a cannabis poderia ser uma solução sustentável. O uso de cannabis, ou seja, cânhamo como é conhecido industrialmente, em produtos de uso diário não é novo, por exemplo, a bandeira norte americana e os papéis que declararam sua independência foram feitos de fibra de cannabis.


Além disso, há na história dados sobre a resistência do material que foram testos e registrados em um vídeo, quando Henry Ford tentou destruir o carro do modelo T com um machado. Diz-se que Ford criou o primeiro plástico de canabis.

A ideia de converter maconha em combustível alternativo não é necessariamente nova. Já na década de 30 o visionário Henry Ford, pai do automóvel moderno e um dos maiores símbolos da industrialização norte-americana, defendia o uso de sementes, grãos e outros derivados agrícolas – inclusive o cânhamo – como fonte de energia renovável. “O álcool produzido por vegetais plantados ao longo de um ano em determinada área é suficiente para abastecer os tratores que irão cultivar essa mesma área pelos próximos cem anos”, afirmava.
A respeito da maconha, Henry Ford chegou a testar combustíveis batizados como “hempoline”, produzidos a partir do óleo das sementes e do caule do cânhamo. E defendia que a sua queima era mais limpa e menos tóxica se comparada à gasolina.
Completamente seduzido pelos poderes da erva, o industrial norte americano passou a cultivar cânhamo industrial a partir de 1937. E não se limitou apenas à questão energética. “No futuro, faremos com que os carros brotem da terra”, chegou a afirmar, fazendo analogia à sua crença de que era possível encaixar as plantas em praticamente todas as etapas da produção de um automóvel.
O maior de seus feitos, no entanto, está registrado na edição de dezembro de 1941 do tabloide Popular Mechanics Magazine: um carro com carroceria inteiramente moldada por resistentes placas de um plástico cuja fórmula levava 70% de fibras de celulose de cânhamo, sisal e palha de trigo; sendo os 30% restantes provenientes de resina.
A fotografia de Henry Ford batendo na carroceria com um bastão de madeira para demonstrar a resistência do “carro de plástico” – como preferiu chamá-lo – tornou-se emblemática em suas biografias. A imagem também pode ser vista em um vídeo comercial que ele chegou a gravar e que está disponível no YouTube.




Material Semelhante a fibra de carbono para a carroceria


Uma empresa do Canadá, da indústria automotiva, anunciou em setembro passado que este ano eles vão desvendar o primeiro automóvel do Canadá, onde a carroceria é inteiramente feito de bio-composto de cânhamo. Este “carro cannabis” elétrico é feita a partir de tapetes de cânhamo, que têm melhor resistência ao impacto do que outros tipos de materiais compostos como fibra de vidro, ou carbono, porém estes são mais leves e mais baratos.

 Diversos protutos de plástico


Mas o cânhamo industrial na Alemanha tem evoluído também para o bioplástico.

Fibra de cânhamo

O engenheiro Nicolas Meyer fundador da empresa “ONYX compósitos”, criou um bioplástico feito a partir de uma mistura de fibras de cannabis, bambu e resina de soja. O resultado dessa amálgama é um protótipo de bicicleta de corrida para o triathlon, chamado Hanfbike .”Este material composto é ideal porque é leve e oferece uma ampla gama de aplicações”, diz Meyer. Além disso, a canabis também tem a vantagem de ser uma matéria-prima renovável, que não compete com os outros alimentos. Alguns cientistas dizem que qualquer material feito de plástico ou de madeira pode ser copiado com sucesso a partir de plantas de cannabis, porque é resistente, biodegradável e reciclável. Atualmente, existe uma série de produtos que combinam plástico com o cânhamo industrial, entre os quais smartphones, notebooks, lâmpadas, brinquedos, aparelhos de GPS e itens domésticos. 

Material isolante térmico

Fresco no verão e quente no inverno, outro exemplo da versatilidade do cannabis é o Thermohanf,um isolador térmico de fibra desenvolvido pela empresa alemã Hock, este isolador é formada em 85% de cânhamo e 25% de amido de milho como aglutinante, é 100% biodegradável. Este material é muito versátil, pois pode ser utilizado como isolamento térmico na construção e como isolamento acústico, também é útil para fazer ninhos e camas para animais. Em um relatório da Comissão Européia, publicado em abril deste ano, estima-se que a produção mundial de plásticos aumentou ao longo dos últimos 50 anos, especialmente na Ásia. A UE tem em torno de 25% da produção mundial, enquanto a China sozinha é responsável por 15%. Tendo em conta estes números, pode-se dizer que a cannabis pode também ser uma boa notícia.


Verniz


Da semente da maconha se extrai um óleo muito usado na indústria de cosméticos como base para cremes, xampus, óleos hidratantes, etc, e na indústria mecânica para vernizes, lubrificantes, combustíveis e tintas.
A empresa Hemp Shield criou um verniz para madeiras em decks, cercas, escadas e qualquer tipo de madeira que está exposta ao ar livre. Após inúmeros testes que o Hemp Shield supera até mesmo os mais caros vernizes do mercado americano.


Altamente resistente aos raios UV e às mudanças climáticas, mantendo as qualidades inerentes da madeira, além da cor e aparência saudável do ambiente onde ele é utilizado.
A formulação do produto é praticamente 100% óleo extraído das sementes de Cannabis. Esse óleo é então misturado com produtos completamente livres de algicídas, fungicídas e outros agentes químicos altamente poluentes. Sem contar que é também livre de petróleo.

Esse óleo consegue penetrar na madeira fazendo com que a madeira fique protegida profundamente, ao contrário dos produtos encontrados atualmente no mercado onde cria-se uma camada de proteção sobre a madeira.


O resultado é a inovação de um produto utilizado praticamente no mundo todo com o benefício de ser livre de agentes químicos e petróleo e, por incrível que pareça, supera todos os anteriores, mostrando mais uma vez que o mundo procura respostas no lugar errado.



Bio-diesel


O combustível feito de maconha apresentou uma alta eficiência de conversão – 97% do óleo foi convertida em biodiesel – passou em todos os testes do laboratório e até apresentou propriedades que sugerem que pode ser usado em temperaturas mais baixas do que qualquer biocombustível do mercado.
A capacidade da planta de crescer em solo infértil também diminui a necessidade de cultivá-la em lavouras, que podem ser usadas para o plantio de alimentos, explica Richard Parnas, professor de química, de materiais e de engenharia biomolecular, que chefiou o estudo.

O cânhamo industrial é plantado em muitas partes da Europa e da índia. A fibra do caule da planta é forte e, até o desenvolvimento de fibras sintéticas nos 1950, era o principal produto usado em todo o mundo para fazer cordas e roupas.

Hoje, em alguns países, a Cannabis ainda é usada como uma fibra, principalmente por não precisar de muita água e de fertilizantes. Mas as sementes, que contêm os óleos naturais da planta, geralmente são jogadas fora.

Parnas diz que são exatamente elas que podem ser usadas para virar combustível. O cientista explica que “alguém que planta cânhamo consegue produzir combustível suficiente para fornecer energia para toda a fazenda a partir das sementes”.


The Obama Deception – A Decepção Obama (doc)

Documentário que revela o que está por trás da máscara “heróica” de Barack Obama.
Toda a corja que ele delegou aos cargos mais importantes do governo, demonstra que está apenas continuando o sóridido governo Bush, só que agora com nova roupagem,  uma nova cara. 
Inclusive o documentário Kimática que temos aqui no blog, revela que Obama e Bush são primos.
Os americanos são ingênuos ao pensarem que sempre virá um Super-herói, para salvá-los, inclusive numa crõnica Arnaldo Jabour diz que o Jesus Cristo deles é o Superman, isso sôa tragi-cômico, mas é mais trágico, infelizmente.
Mostra o vazio de uma sociedade ludibriada de excessos materiais e poucas soluções concretas de alguma elevação em consciência. Um grande Santo do séc. XX, Srila Prabhupada, sempre alertou a sociedade sobre tais complicações, e recomendou àvidamente uma vida simples e o pensamento elevado (Vídeos de Srila Prabhupada).
Assista!


O Futuro Dos Alimentos – The Future Of Food (doc)

O filme expõe as alternativas à agricultura industrial de larga escala, apresentando a agricultura orgânica e sustentável como soluções reais à crise agrícola que se vive atualmente.
Está ocorrendo uma revolução nos campos de cultivo e nas mesas de jantar da América, uma revolução que está transformando a própria natureza dos alimentos que comemos. “O Futuro dos Alimentos” oferece uma investigação aprofundada à verdade perturbadora que se encontra por trás dos alimentos geneticamente modificados, patenteados e não rotulados, que, de forma silenciosa, têm enchido as prateleiras das lojas dos Estados Unidos durante os últimos 10 anos. Das planícies de Saskatchewan, no Canadá aos campos de Oaxaca, no México, este filme dá voz aos agricultores cujas vidas e sustento têm sido prejudicados por esta nova tecnologia. As implicações para a saúde, as políticas governamentais e a globalização são razões para alarme por parte de muitas pessoas, devido à introdução de colheitas geneticamente alteradas no nosso sistema de distribuição de alimentos. Filmado nos Estados Unidos, no Canadá e no México, “O Futuro dos Alimentos” examina a complexa teia das forças políticas e de mercado que estão anterando aquilo que comemos, enquanto grandes empresas multinacionais procuram controlar o sistema alimentar do planeta. 

Assista!

Crime: Por que Existe e o que Fazer?

Por Sua Divina Graça A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada


Todos os anos, o mundo gasta cada vez mais recursos em prevenção contra o crime e no controle do mesmo. Contudo, apesar de tais esforços, as taxas de criminalidade continuam crescendo. Nas escolas públicas, crimes associados a tráfico de drogas e brigas entre gangues chegaram a níveis incontroláveis. Em diálogo realizado em julho de 1975 com o então relações públicas do departamento policial de Chicago, o tenente David Mozee, Srila Prabhupada propõe uma solução espantosamente simples e, ao mesmo tempo, prática para o problema aparentemente insuperável da criminalidade.

Tenente Mozee:
Tomei conhecimento de que o senhor tem algumas ideias que poderiam nos ajudar em nossos esforços para impedir a criminalidade. Estou muito interessado em ouvi-las.

Srila Prabhupada:
A diferença entre um homem piedoso e um criminoso é que um é puro de coração e o outro é impuro. Esta impureza é como uma doença sob a forma de luxúria e cobiça incontroláveis no coração do criminoso. Atualmente, as pessoas em geral estão nesta condição mórbida, e, por conseguinte, o crime está se propagando imensamente. Quando as pessoas se purificarem dessas impurezas, o crime desaparecerá. O processo mais simples de purificação é reunir-se em congregação e cantar os santos nomes de Deus. Isto se chama sankirtana, e é a base de nosso movimento da consciência de Krsna. Então, se o senhor quer parar o crime, o senhor deve reunir o maior número de pessoas possível para um sankirtana em massa. Este canto congregacional do santo nome de Deus dissipará todas as coisas impuras no coração de todos. Então, não haverá mais crime.

Tenente Mozee:
O senhor acha que o crime aqui nos Estados Unidos é de alguma forma diferente do crime em seu próprio país, a Índia?

Srila Prabhupada:
Qual é a sua definição de crime?

Tenente Mozee:
Qualquer usurpação dos direitos de uma pessoa por parte de outra pessoa.

Srila Prabhupada:
Sim. Nossa definição é a mesma. Nos Upanisads, afirma-se, isavasyam idam sarvam: “Tudo pertence a Deus”. Portanto, todos têm o direito de utilizar tudo o que lhes seja adjudicado por Deus, mas não se deve usurpar a propriedade alheia. Se alguém o faz, torna-se um criminoso. Na verdade, o primeiro crime é que vocês, americanos, estão pensando que esta terra da América é de vocês. Embora, há duzentos anos, ela não fosse de vocês, vocês vieram de outras partes do mundo e declararam que esta terra era de vocês. Na realidade, esta terra é de Deus, e, destarte, pertence a todos, visto que todos são filhos de Deus. Porém, a maioria das pessoas não tem conceito de Deus. Praticamente falando, todos são ateus. Portanto, eles devem ser educados no amor a Deus. Na América, o seu governo tem um lema: “Em Deus nós confiamos”. Não é assim?

Tenente Mozee:
Sim.

Srila Prabhupada:
Contudo, onde está a educação sobre Deus? Confiar é ótimo, mas a simples confiança não vai perdurar a menos que seja baseada em conhecimento científico de Deus. Pode ser que alguém saiba que tem um pai, mas, a menos que ele saiba quem é seu pai, seu conhecimento é imperfeito. E essa educação na ciência de Deus está faltando.

Tenente Mozee:
O senhor acha que ela está faltando apenas aqui nos Estados Unidos?

Srila Prabhupada:
Não. Em toda parte. A era em que vivemos chama-se Kali-yuga, a era do esquecimento de Deus. É uma era de desentendimentos e desavenças, e os corações das pessoas estão cheios de coisas impuras. Deus, no entanto, é tão poderoso que, se cantamos Seu santo nome, purificamo-nos, assim como meus discípulos purificaram-se de seus maus hábitos. Nosso movimento baseia-se neste princípio de cantar o santo nome de Deus. Damos a oportunidade a todos, sem nenhuma distinção. Todos podem vir a nosso templo, cantar o mantra Hare Krsna, comer um pouco de prasada para revigorar-se, e purificar-se gradualmente. Assim, se as autoridades governamentais nos derem algumas facilidades, poderemos, então, promover sankirtana em massa. Então, sem dúvida alguma, toda a sociedade mudará.

Tenente Mozee:
Se o entendo corretamente, o senhor está dizendo que devemos enfatizar um retorno aos princípios religiosos.

Srila Prabhupada:
Certamente. Sem princípios religiosos, qual é a diferença entre um cachorro e um homem? O homem pode compreender religião, mas o cachorro não. Esta é a diferença. Então, se a sociedade humana permanece ao nível de cães e gatos, como o senhor pode esperar uma sociedade pacífica? Se o senhor pegar uma dúzia de cachorros e colocá-los juntos em um cômodo, será possível mantê-los pacíficos? Semelhantemente, se a sociedade humana está cheia de homens cuja mentalidade está ao nível da mentalidade dos cães, como o senhor pode esperar paz?

Tenente Mozee:
Se algumas de minhas perguntas parecem desrespeitosas, isto é apenas porque não compreendo perfeitamente suas crenças religiosas. Não tenho a menor intenção de desrespeitá-lo.

Srila Prabhupada:
Não, não se trata de minhas crenças religiosas. Estou simplesmente chamando a atenção para a distinção entre a vida humana e a vida animal. Os animais não podem em hipótese alguma aprender algo sobre Deus, mas os seres humanos podem-no. Entretanto, se os seres humanos não têm oportunidade de aprender sobre Deus, eles permanecem ao nível de cães e gatos. Não pode haver paz em uma sociedade de cães e gatos. Portanto, é dever das autoridades governamentais cuidar para que as pessoas aprendam como tornar-se conscientes de Deus. Caso contrário, haverá problemas, porque, sem consciência de Deus, não há diferença entre um cão e um homem: o cão come, nós também; o cão dorme, nós dormimos; o cão faz sexo, nós fazemos sexo; o cão tenta defender-se, e nós também tentamos nos defender. Esses são os fatores comuns. A única diferença é que o cão não pode ser instruído sobre sua relação com Deus, ao passo que o homem pode.

Tenente Mozee:
A paz não seria um precursor de um retorno à religião? Não precisaríamos primeiramente ter paz?

Srila Prabhupada:
Não, não, essa é a dificuldade. No momento atual, ninguém conhece realmente o significado de religião. Religião significa obedecer às leis de Deus, assim como boa cidadania significa obedecer às leis do governo. Porque ninguém tem compreensão alguma de Deus, ninguém conhece as leis de Deus ou o significado de religião. Esta é a situação atual das pessoas na sociedade atual. Elas estão desconhecendo a religião, considerando-a um tipo de fé. Fé pode ser fé cega. Fé não é a verdadeira descrição de religião. Religião significa as leis dadas por Deus, e qualquer um que siga essas leis é religioso, quer seja cristão, hindu ou muçulmano.

Tenente Mozee:
Com todo o devido respeito, não é verdade que na Índia, onde os costumes religiosos são seguidos há séculos e séculos, estamos presenciando, não um retorno, mas um afastamento da vida espiritual?

Srila Prabhupada:
Sim, mas isto é devido apenas à má liderança. Por outro lado, a maioria do povo indiano é plenamente consciente de Deus, e eles tentam seguir as leis de Deus. Aqui no Ocidente, mesmo eminentes professores universitários não creem em Deus ou em vida após a morte. Na Índia, entretanto, mesmo o homem mais pobre crê em Deus e em uma próxima vida. Ele sabe que, se cometer pecado, sofrerá, e, se agir piedosamente, desfrutará. Mesmo atualmente, se há um desacordo entre dois moradores de uma vila, eles vão ao templo para resolvê-lo, porque todos sabem que os adversários hesitarão falar mentiras perante as Deidades. Assim, sob muitos aspectos, a Índia ainda é oitenta por cento religiosa. Esse é o privilégio especial de nascer na Índia, e a responsabilidade especial também. Sri Caitanya Mahaprabhu diz:
bharata-bhumite haila manusya-janma yara
janma sarthaka kari’ kara para-upakara
(Caitanya-caritamrta, Adi 9.41)
Qualquer um que tenha nascido na Índia deve tornar sua vida perfeita tornando-se consciente de Krsna. Ele, em seguida, deve distribuir a consciência de Krsna ao mundo inteiro.

Tenente Mozee:
Senhor, há uma parábola cristã que diz ser mais fácil um camelo passar pelo orifício de uma agulha do que um rico chegar perante o trono de Deus. O senhor acha que a riqueza dos Estados Unidos e de outros países ocidentais é um obstáculo para a fé espiritual?

Srila Prabhupada:
Sim. Riqueza em excesso é um obstáculo. Krsna afirma no Bhagavad-gita (2.44):
bhogaisvarya-prasaktanam
tayapahrta-cetasam
vyavasayatmika buddhih
samadhau na vidhiyate
Se alguém é materialmente muito opulento, ele se esquece de Deus. Portanto, riqueza material em excesso é uma desqualificação para se compreender Deus. Embora não haja leis absolutas de que somente o pobre pode compreender Deus; de um modo geral, se alguém é extraordinariamente rico, sua única ambição é adquirir dinheiro, e é difícil para ele entender ensinamentos espirituais.

Tenente Mozee:
Na América, aqueles que pertencem à fé cristã também creem nessas coisas. Não vejo grandes diferenças entre as crenças espirituais de um grupo religioso e as de outro.

Srila Prabhupada:
Sim, a essência de toda religião é a mesma. Nossa proposta é que qualquer que seja o sistema religioso seguido, deve-se tentar compreender Deus e amá-lO. Se o senhor é cristão, não dizemos: “Isso não é bom; o senhor tem que ser como nós”. Nossa proposta é: quem quer que o senhor seja – cristão, muçulmano ou hindu –, simplesmente tente compreender Deus e amá-lO.

Tenente Mozee:
Se eu pudesse voltar ao objetivo original de minha vinda, eu perguntaria que conselho o senhor poderia dar para nos ajudar a reduzir a criminalidade. Reconheço que o primeiro e mais importante método seria um retorno a Deus, como o senhor diz – e quanto a isso não há dúvida –, mas há algo que pudéssemos fazer imediatamente para diminuir esta crescente mentalidade criminosa?

Srila Prabhupada:
Sim. Como já delineei no começo de nossa conversa, o senhor deve dar-nos a oportunidade de cantar o santo nome de Deus e distribuir prasada. Haverá, então, uma tremenda mudança na população. Eu vim sozinho da Índia e agora tenho muitos seguidores. O que eu fiz? Eu lhes pedia que se sentassem e cantassem o mantra Hare Krsna, e, depois disso, distribuía um pouco de prasada para eles. Se isso for feito em massa, toda a sociedade se tornará bem comportada. Isto é fato.

Tenente Mozee:
O senhor gostaria de começar o programa em uma área de afluência ou em uma área de pobreza?

Srila Prabhupada:
Não fazemos tais distinções. Qualquer local facilmente acessível a todos os tipos de homens seria bastante adequado para fazermos sankirtana. Não há distinção de que apenas os pobres necessitam do benefício, e os ricos não. Todos precisam ser purificados. O senhor acha que a criminalidade existe apenas na seção mais pobre da sociedade?

Tenente Mozee:
Não. O que eu quis perguntar foi se haveria uma influência mais benéfica – um fortalecimento maior para a comunidade – se o programa fosse feito em uma área mais pobre em vez de em área abastada.

Srila Prabhupada:
Nosso tratamento é para a pessoa espiritualmente doente. Quando uma pessoa é afligida por uma doença, não há distinções entre o pobre e o rico. Ambos são admitidos no mesmo hospital. Assim como o hospital deve ser um local aonde tanto pobres quanto ricos possam chegar facilmente, a localização da realização do sankirtana deve ser facilmente acessível a todos. Uma vez que todos estão materialmente infectados, todos devem ter o direito de ser socorridos.
A dificuldade é que o rico pensa ser perfeitamente saudável, apesar de ser o mais doente de todos. Porém, sendo policial, o senhor sabe muito bem que há criminalidade tanto entre ricos quanto entre pobres. Destarte, nosso processo de cantar é para todos, porque esse processo purifica o coração, sem olhar a opulência ou a pobreza do homem. A única maneira de mudar permanentemente o hábito criminoso é mudar o coração do criminoso. Como o senhor sabe muito bem, muitos ladrões são detidos inúmeras vezes e postos na prisão. Embora eles saibam que se roubarem irão para a cadeia, ainda assim são impelidos a roubar por causa de seus corações impuros. Portanto, sem purificar o coração do criminoso, vocês não podem acabar com o crime simplesmente através de coação legal mais estrita. O ladrão e o assassino já conhecem a lei, mas continuam cometendo crimes violentos devido a seus corações impuros. Assim, nosso processo consiste em purificar o coração. Então, todos os problemas deste mundo material serão resolvidos.

Tenente Mozee:
Essa é uma tarefa muito difícil, senhor.

Srila Prabhupada:
Não é difícil. Simplesmente convide a todos: “Venham, cantem Hare Krsna, dancem e aceitem deliciosa prasada”. Qual é a dificuldade? Estamos fazendo isso em nossos centros, e as pessoas estão vindo. Entretanto, porque temos pouco dinheiro, só podemos fazer sankirtana em pequena escala. Convidamos todos, e gradualmente as pessoas estão vindo a nossos centros e se tornando devotos. Se o governo nos desse uma facilidade maior, entretanto, poderíamos nos expandir ilimitadamente. E o problema é grande, pois, se não o fosse, por que haveria artigos na imprensa nacional perguntando o que fazer? É fato que nenhum estado civil quer esta criminalidade, mas os líderes não sabem como acabar com ela. Se eles nos ouvissem, no entanto, poderíamos dar-lhes a resposta. Por que o crime? Porque as pessoas são ateístas. E o que fazer? Cantar Hare Krsna e comer prasada. Se o senhor quiser, pode adotar este processo de sankirtana. Caso contrário, nós continuaremos promovendo-o em pequena escala. Somos assim como um médico pobre com um pouco de prática que poderia abrir um grande hospital se lhe dessem a oportunidade. O governo é o executivo. Se eles aceitarem nosso conselho e adotarem o processo de sankirtana, então o problema do crime será resolvido.

Tenente Mozee:
Há muitas organizações cristãs nos Estados Unidos que dão a sagrada comunhão. Por que isso não funciona? Por que isso não está purificando o coração?

Srila Prabhupada:
Falando francamente, eu acho difícil encontrar uma única pessoa que seja realmente cristã. Os assim chamados cristãos não obedecem à ordem da Bíblia. Um dos dez mandamentos na Bíblia é: “Não matarás”, mas onde está o cristão que não mata ao comer a carne da vaca? O processo de cantar o santo nome do Senhor e distribuir prasada será eficiente se for executado por pessoas que estejam realmente praticando a religião. Meus discípulos são treinados para seguir estritamente os princípios religiosos; por conseguinte, quando cantam o santo nome de Deus, é diferente de quando outros cantam. A posição deles não é apenas uma posição de rótulo. Eles compreenderam o poder purificador do santo nome através da prática.

Tenente Mozee:
Senhor, acaso a dificuldade não seria que, embora um pequeno círculo de sacerdotes e devotos siga os princípios religiosos, aqueles que são marginais se desviam e causam problemas? Por exemplo, suponhamos que o movimento Hare Krsna cresça em proporções gigantescas, como aconteceu com o cristianismo. O senhor não teria problemas com os indivíduos marginalizados do movimento, os quais professassem ser seguidores embora não o fossem verdadeiramente?

Srila Prabhupada:
Essa possibilidade sempre existirá, mas o que estou dizendo é que, se o senhor não for um cristão verdadeiro, então sua pregação não será eficiente. Ao passo que, por estarmos seguindo estritamente os princípios religiosos, nossa pregação é eficaz na propagação da consciência de Deus e na mitigação do problema do crime.

Tenente Mozee:
Senhor, deixe-me agradecer-lhe por ter gasto seu tempo comigo. Apresentarei esta gravação a meus superiores. Espero que isso seja eficaz, assim como o senhor é eficaz.

Srila Prabhupada:
Muito obrigado.
Revisão de Karunika devi dasi e Bhagavan dasa

Manipilados Pelo Tempo/ Le Temps Presse (doc)

O dia tem 24 horas e isso é algo que nada nem ninguém pode alterar. Apesar do ser humano estar consciente desta premissa, em diversas ocasiões, o nosso agitado ritmo de vida faz com que tenhamos uma sensação constante de fazer tudo contra o relógio e ir com pressa a todos os lugares. Mas, porque nos falta tempo? Este documentário penetra neste quotidiano problemático para dar resposta a uma pergunta que todos nós já nos fizemos alguma vez na vida. Observaremos com atenção como mudou a percepção do tempo através dos séculos e analisaremos muito de perto as reações produzidas nas pessoas que vivem angustiadas pela falta de tempo e também daquelas que decidiram revelar-se contra a ditadura constante do tempo e das suas limitações. Esqueça o relógio, tire tempo para sí e desfrute deste documentário durante a próxima hora. Tem tempo?

Assista!

Plantas Alimentícias Não-Convencionais

 Soberania Alimentar e Biodiversidade Palpável

Este vídeo é parte de um projeto elaborado pela nutricionista Irany Arteche para assentados do MST/RS e promovido pela Superintendência da CONAB/PNUD, com oficinas ministradas pelo botânico Valdely Kynupp sobre plantas com grande potencial alimentício e de comercialização, mas que costumam ser negligenciadas. Somos xenófilos, o brasileiro não come a biodiversidade que tem, adverte Valdely.

O objetivo do registro é colaborar na divulgação desta experiência para outros assentamentos de reforma agrária e organizações de agricultores familiares nas diferentes regiões do Brasil. Servirá como material pedagógico para cursos que tratem de alternativas para agricultura familiar, segurança alimentar e nutricional, diversificação agrícola, processamento de novos produtos e alimentos.

Comprar, Jogar Fora, Comprar

Documentário produzido pela TVE espanhola que trata da obsolescência programada, uma estratégia que visa fazer com que a vida de um produto tenha sua durabilidade limitada para que sempre o consumidor se veja obrigado a comprar novamente.

O filme abre com um funcionário da emissora descobrindo que sua impressora EPSON havia deixado de funcionar sem motivo aparente e que o custo de consertá-la sairia mais caro do que uma nova.

A Obsolescência Programada começou primeiramente com as lâmpadas, que antes duravam décadas trabalhando ininterruptamente (como a lampada que está acesa há mais de cem anos num posto dos bombeiros dos EUA) mas, depois de uma reunião com o cartel dos fabricantes, passaram a fazê-las para durar apenas 1.000 horas.

Essa prática tem gerado montanhas de resíduos, transformando algumas cidades de países de terceiro mundo em verdadeiros depósitos, sem falar na matéria prima, energia e tempo humnano desperdiçados.

Download do filme:
Para maior qualidade, ir diretamente ao link do filme (para baixá-lo usar o navegador Firefox com o plugin Download helper).