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O Sindicato: O Negócio por Trás do Barato (doc)

Atenção:

Não fazemos apologia alguma ao uso da Cannabis Sativa como droga entorpecente. Muito pelo contrário, somos contra o uso de qualquer tipo de droga, porém as utilidades cannabis como matéria-prima mais versátil que existe, precisa ser mais exploradas e divulgadas.
Existe uma aintiga pressão política e elitista que tende a impedir qualquer avanço nesta áerea, pra compreender melhor isso, veja o video e leia a matéria.



Sinopse: O comércio ilegal da maconha se transformou num negócio gigante, que movimenta $7 bilhões de dólares anualmente apenas no Canadá. Embora o documentário aborde de forma sucinta os princípios e políticas passadas que classificaram a maconha como “uma droga poderosa e perigosa”, apresenta uma pergunta bastante válida. Por quê? Durante a II Guerra Mundial, o governo americano reverte seu posicionamento e decide que o cânhamo é um importante “commodity”. Eclode a Guerra do Vietnã e os protestos iniciados pelos hippies, então o presidente Nixon decide torná-la ilegal outra vez, apesar de todos os estudos médicos afirmarem que ela não tinha efeitos negativos. Atualmente, até o cultivo do cânhamo é ilegal, em que pese o fato de ser ecologicamente correto, e produzir uma vasta gama de produtos: roupas, combustível, papel, comida, oxigênio, sem consumir os recursos fósseis. Então por que a sociedade gasta 4/5 do seu orçamento anual contra as drogas para manter a maconha longe das ruas? O documentário mostra como os cultivos caseiros se transformaram num negócio multibilionário. Mesmo assim, a sociedade recusa a aceitar seus benefícios naturais e continua a gastar milhões para processar e prender aqueles que a cultivam, vendem ou fumam. O documentário entrevista historiadores, escritores, estudiosos, policiais, representantes do governo, cultivadores e celebridades (Tommy Chong, Joe Rogan, Garota Melancia) dos EUA e Canadá, analisando a causa e efeito da natureza do negócio – uma indústria que pode lucrar mais se permanecer ilegal.
Assista!






Pois isso não é absolutamente nada perto do potencial econômico desta magnífica planta. O cânhamo caminha de volta a tomar seu lugar de direito na agricultura e pecuária, indústrias têxtil, alimentícia, farmacêutica, do papel, agro-indústrias de óleo, combustível, suplementos alimentares entre muitos outros subprodutos da erva.
Devido ao seu fácil cultivo, baixo custo, sua qualidade, durabilidade e adaptação a quase todos os climas terrestres, a maconha tem cerca de 250.000 subprodutos como:

Plástico = forte como o do petróleo, porém biodegradável.
Fibra têxtil = A mais forte fibra existente antes do nylon, não mofa como o algodão.
Papel = mais barato, ecológico, e tão bom quanto o da celulose das árvores.
Etanol = muito mais ecológico que o do milho e da cana de açúcar.
Alimentos = sua semente é muito mais nutritiva que a soja e não contém THC.
Medicamentos = contra dor, esclerose múltipla, glaucoma, ansiedade; entre diversos outros.
Pão

Cereais Matinais

Biscoito

Brownies

Queijo

Farinha

Macarrão

Suplemento Alimentar

Mostarda

Molho Pesto

Barras de Cereais

 Leite bastante nutritivo



Creme Protetor


Creme Hidratante




Tênis feito da fibra do cânhamo



Sativex: Trata da esclerose múltipla




Azeite comestível de semente de cânhamo

Quando a semente da planta do cânhamo é prensado a frio, produz um óleo que tem um gosto doce delicioso, que é apreciado por ambos os gourmet.

Não só gosto óleo de semente de cânhamo é excelente, mas é ótimo para saúde, contém ômega 3 e ômega 6, ácidos graxos essenciais (LA, LNA) e GLA.
Óleo de semente naturais de cânhamo, é considerado o óleo nº1 à nível nutricional, devido ao fato de ter o perfil mais alto no total de ácidos graxos essenciais (EFA, excelente gorduras saudáveis​​). Prensado a frio o óleo de sementes naturais de cânhamo é mistura muito própria da natureza saudável de ômega 3 e 6 ácidos gordos importantes. O óleo de semente de cânhamo também não fica rançoso rapidamente.


Papel

A fibra da maconha, também chamada de filaça, é muito usada na indústria de papel, pois um hectare de maconha produz o mesmo que quatro hectares de eucaliptos, num período de vinte anos.

A maioria dos itens cotidianos é feito de plástico de petróleo, produzindo resíduos e poluindo o meio ambiente. Diante deste dilema a cannabis poderia ser uma solução sustentável. O uso de cannabis, ou seja, cânhamo como é conhecido industrialmente, em produtos de uso diário não é novo, por exemplo, a bandeira norte americana e os papéis que declararam sua independência foram feitos de fibra de cannabis.


Além disso, há na história dados sobre a resistência do material que foram testos e registrados em um vídeo, quando Henry Ford tentou destruir o carro do modelo T com um machado. Diz-se que Ford criou o primeiro plástico de canabis.

A ideia de converter maconha em combustível alternativo não é necessariamente nova. Já na década de 30 o visionário Henry Ford, pai do automóvel moderno e um dos maiores símbolos da industrialização norte-americana, defendia o uso de sementes, grãos e outros derivados agrícolas – inclusive o cânhamo – como fonte de energia renovável. “O álcool produzido por vegetais plantados ao longo de um ano em determinada área é suficiente para abastecer os tratores que irão cultivar essa mesma área pelos próximos cem anos”, afirmava.
A respeito da maconha, Henry Ford chegou a testar combustíveis batizados como “hempoline”, produzidos a partir do óleo das sementes e do caule do cânhamo. E defendia que a sua queima era mais limpa e menos tóxica se comparada à gasolina.
Completamente seduzido pelos poderes da erva, o industrial norte americano passou a cultivar cânhamo industrial a partir de 1937. E não se limitou apenas à questão energética. “No futuro, faremos com que os carros brotem da terra”, chegou a afirmar, fazendo analogia à sua crença de que era possível encaixar as plantas em praticamente todas as etapas da produção de um automóvel.
O maior de seus feitos, no entanto, está registrado na edição de dezembro de 1941 do tabloide Popular Mechanics Magazine: um carro com carroceria inteiramente moldada por resistentes placas de um plástico cuja fórmula levava 70% de fibras de celulose de cânhamo, sisal e palha de trigo; sendo os 30% restantes provenientes de resina.
A fotografia de Henry Ford batendo na carroceria com um bastão de madeira para demonstrar a resistência do “carro de plástico” – como preferiu chamá-lo – tornou-se emblemática em suas biografias. A imagem também pode ser vista em um vídeo comercial que ele chegou a gravar e que está disponível no YouTube.




Material Semelhante a fibra de carbono para a carroceria


Uma empresa do Canadá, da indústria automotiva, anunciou em setembro passado que este ano eles vão desvendar o primeiro automóvel do Canadá, onde a carroceria é inteiramente feito de bio-composto de cânhamo. Este “carro cannabis” elétrico é feita a partir de tapetes de cânhamo, que têm melhor resistência ao impacto do que outros tipos de materiais compostos como fibra de vidro, ou carbono, porém estes são mais leves e mais baratos.

 Diversos protutos de plástico


Mas o cânhamo industrial na Alemanha tem evoluído também para o bioplástico.

Fibra de cânhamo

O engenheiro Nicolas Meyer fundador da empresa “ONYX compósitos”, criou um bioplástico feito a partir de uma mistura de fibras de cannabis, bambu e resina de soja. O resultado dessa amálgama é um protótipo de bicicleta de corrida para o triathlon, chamado Hanfbike .”Este material composto é ideal porque é leve e oferece uma ampla gama de aplicações”, diz Meyer. Além disso, a canabis também tem a vantagem de ser uma matéria-prima renovável, que não compete com os outros alimentos. Alguns cientistas dizem que qualquer material feito de plástico ou de madeira pode ser copiado com sucesso a partir de plantas de cannabis, porque é resistente, biodegradável e reciclável. Atualmente, existe uma série de produtos que combinam plástico com o cânhamo industrial, entre os quais smartphones, notebooks, lâmpadas, brinquedos, aparelhos de GPS e itens domésticos. 

Material isolante térmico

Fresco no verão e quente no inverno, outro exemplo da versatilidade do cannabis é o Thermohanf,um isolador térmico de fibra desenvolvido pela empresa alemã Hock, este isolador é formada em 85% de cânhamo e 25% de amido de milho como aglutinante, é 100% biodegradável. Este material é muito versátil, pois pode ser utilizado como isolamento térmico na construção e como isolamento acústico, também é útil para fazer ninhos e camas para animais. Em um relatório da Comissão Européia, publicado em abril deste ano, estima-se que a produção mundial de plásticos aumentou ao longo dos últimos 50 anos, especialmente na Ásia. A UE tem em torno de 25% da produção mundial, enquanto a China sozinha é responsável por 15%. Tendo em conta estes números, pode-se dizer que a cannabis pode também ser uma boa notícia.


Verniz


Da semente da maconha se extrai um óleo muito usado na indústria de cosméticos como base para cremes, xampus, óleos hidratantes, etc, e na indústria mecânica para vernizes, lubrificantes, combustíveis e tintas.
A empresa Hemp Shield criou um verniz para madeiras em decks, cercas, escadas e qualquer tipo de madeira que está exposta ao ar livre. Após inúmeros testes que o Hemp Shield supera até mesmo os mais caros vernizes do mercado americano.


Altamente resistente aos raios UV e às mudanças climáticas, mantendo as qualidades inerentes da madeira, além da cor e aparência saudável do ambiente onde ele é utilizado.
A formulação do produto é praticamente 100% óleo extraído das sementes de Cannabis. Esse óleo é então misturado com produtos completamente livres de algicídas, fungicídas e outros agentes químicos altamente poluentes. Sem contar que é também livre de petróleo.

Esse óleo consegue penetrar na madeira fazendo com que a madeira fique protegida profundamente, ao contrário dos produtos encontrados atualmente no mercado onde cria-se uma camada de proteção sobre a madeira.


O resultado é a inovação de um produto utilizado praticamente no mundo todo com o benefício de ser livre de agentes químicos e petróleo e, por incrível que pareça, supera todos os anteriores, mostrando mais uma vez que o mundo procura respostas no lugar errado.



Bio-diesel


O combustível feito de maconha apresentou uma alta eficiência de conversão – 97% do óleo foi convertida em biodiesel – passou em todos os testes do laboratório e até apresentou propriedades que sugerem que pode ser usado em temperaturas mais baixas do que qualquer biocombustível do mercado.
A capacidade da planta de crescer em solo infértil também diminui a necessidade de cultivá-la em lavouras, que podem ser usadas para o plantio de alimentos, explica Richard Parnas, professor de química, de materiais e de engenharia biomolecular, que chefiou o estudo.

O cânhamo industrial é plantado em muitas partes da Europa e da índia. A fibra do caule da planta é forte e, até o desenvolvimento de fibras sintéticas nos 1950, era o principal produto usado em todo o mundo para fazer cordas e roupas.

Hoje, em alguns países, a Cannabis ainda é usada como uma fibra, principalmente por não precisar de muita água e de fertilizantes. Mas as sementes, que contêm os óleos naturais da planta, geralmente são jogadas fora.

Parnas diz que são exatamente elas que podem ser usadas para virar combustível. O cientista explica que “alguém que planta cânhamo consegue produzir combustível suficiente para fornecer energia para toda a fazenda a partir das sementes”.