Consciência leve?

vídeos indigestos!




Brunoº°: pessoal não é bem do meu feitío expor cenas fortes e chocantes (bom, pelo menos pra mim), mas imagino o quanto deva ser importante para o reconhecimento das atitudes pouco pensadas ou de pessoas que desconheçam a natureza desses fatos e apenas degustam seu delioso presunto, o churrasquinho, ou seu franguinho empanado sem ter se dado à menor reflexão do quanto está compactuando com a viôlencia de tirar a vida de outros seres de forma brutal.

“Uma injustiça continua sendo uma injustiça. Mesmo que todo mundo a cometa.”
Dr.Claude Pasquini

“Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações em seu próprio interior. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.”
Dalai Lama

Atenção!

Aqueles que são sensíveis a visão do “inferno”, evite o vídeo!

Pecuária = Efeito Estufa

 

 

Pecuária mundial é responsável por mais da metade das emissões dos gases que causam o efeito estufa

Em 2006, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) publicou dados demonstrando que a produção de carne no mundo é responsável por 18% dos gases causadores de efeito estufa emitidos pela ação humana. Dois cientistas ambientais do Banco Mundial recalcularam e corrigiram esses dados para o World-Watch Institute: a FAO, que defende o aumento do consumo mundial de carne, havia negligenciado algumas questões, subestimado outras e atribuído erroneamente certas emissões.



Capa da revista de novembro de 2009 da WWI Após a correção dos erros e a atualização dos dados sobre a produção animal (que continuou a aumentar em escala global entre 2006 e 2009), os cientistas apuraram que a pecuária e seus subprodutos contribuem com, no mínimo, 51% de todos os gases causadores de efeito estufa. Em vez dos 7.516 milhões de toneladas de CO2 equivalentes calculados pela FAO, a pecuária e seus subprodutos geram 32.564 milhões de toneladas de CO2 equivalentes por ano.

O que isto significa:

Mesmo se todas as pessoas do planeta optassem por fontes alternativas de energia, se todas as lâmpadas fossem substituídas por lâmpadas mais econômicas e todos os carros e aviões fossem completamente banidos, os efeitos sobre o clima ainda seriam menores do que se as pessoas parassem de comer carne e escolhessem uma dieta vegetariana.
O artigo completo da revista World-Watch está disponível online: Livestock and Climate Change.
Por Vitor Marinho (da Redação da ANDA)

matéria do site: vista-se.com.br

A Carne é Fraca [ DOC ]








“O consumo de carne hoje é o maior problema social e ambiental do planeta, ainda que a gente não leia dessa forma. Mas esse é o problema número um do planeta hoje. Se a gente quiser resolver o problema da camada de ozônio, o problema da fome no planeta, se a gente quiser resolver o problema da distribuição, da concentração de renda nós temos que trabalhar o consumo da carne, por mais absurdo que isso possa parecer.”, afirma João Meirelles Filho, do Instituto Peabiru – Belém/PA.

O documentário tenta traçar um panorama geral do consumo da carne animal nas refeições e suas implicações diretas e indiretas para o meio ambiente. Para isso, eles vão aos pastos, matadouros, frigoríficos, mercados e restaurantes, tentando acompanhar o bife do momento em que ele nasce até a hora em que ele é engolido por um satisfeito esfomeado. O objetivo do video não é transformar as pessoas em vegetarianos, mas sim apresentar uma faceta da realidade que a grande massa desconhece sobre a maneira como tratamos os animais com crueldade.


Brunoº°: mas foi crucial pra eu parar de comer carne, a 1ª vez fiquei meio assim, mas logo depois ví de novo com mais atenção, e foi fulminante! Começa pelos inúúúúúmeros problemas ambientais, pela crueldade que fomos nos condicionando a ter, transformando os bichos (e nós tb né?) como máquinas de ganho capital grosseiro; uma péssima qualidade nutricional oriunda de tantos hormônios (até arsênico), antidepressivos, antibióticos químicos , venenos químicos pra futilmente colorir, como o formól pro pintinho ficar amarelinho, o nitrato e o nitrito de sódio, para retardar a putrefação da carne, dão à carne uma aparência vermelhinha, sem contar o trauma de ser chacinado(o animal) faz despejar toxínas e estimulantes fortíssimos, tais como a uréia,o ácido úrico, adrenalina e outras enzimas; como fator mais chocante é que o preço da industria da carne como “iguaría” ao mundo, seja causa diretamenta da chamada “FOME GLOBAL”.

Video na íntegra. assista!


 

Ixperteza aí…



Foram dez anos morando fora do Rio. Dez anos passados em cidades brasileiras que prezam pela educação e pela civilidade, como Curitiba e Florianópolis. Claro que não tão organizadas, limpas e educadas quanto à maioria das cidades do Velho Continente, mas ainda assim um exemplo de comportamento para o resto do Brasil.

No início do ano voltei a morar no Rio, num apartamento que tenho na Tijuca, onde até recentemente morava minha irmã antes de falecer. Minha vontade e a curiosidade de voltar eram grandes, afinal muitos amigos ainda tenho por aqui, as praias onde fui criado, o ambiente de Ipanema, das caminhadas pela orla principalmente no domingo pela manhã, a cerveja no Baixo Gávea, a corrida na Lagoa, os jogos do Mengão no Maraca, os amigos do Jardim Botânico, além claro de toda a beleza da natureza, das montanhas e do mar.

Agora, estando aqui todos os dias, analiso o comportamento carioca com uma visão de quem nasceu e viveu por aqui por 32 anos, que conviveu com o esse comportamento, mas que por ter estado fora durante esses dez últimos anos desenvolveu uma visão, digamos assim, imparcial, e percebi detalhes que não teria percebido se nunca houvesse morado em outras cidades e outros países. O que mais me incomoda aqui é que, em qualquer momento, sem descanso, o carioca em geral está pensando em como posso tirar vantagem dessa ou daquela situação – tenho sempre a impressão que serei passado pra trás em algum momento – os ixpertus já vão dizer: é porque tu é “pato”. Acho que isso é histórico: quando estamos numa fila longa tem sempre alguém “tentando encontrar um amigo”; se a fila é curta tem sempre alguém “desapercebidamente” tentando furar; se estamos no trânsito e a curva pra direita está engarrafada os carros começam a cortar pela esquerda e tentar se enfiar láááá na frente; quando o sinal (semáforo, sinaleira) está para fechar em um cruzamento engarrafado, o carioca acelera pra cruzar antes que feche para ficar na frente dos que vão vir do outro lado, sem pensar que estará fechando o cruzamento e bloqueando o trânsito. E isso é o tempo todo.

O Guarda Municipal vê a infração, mas como “não é de sua alçada” o infrator fica impune, assim ele finge que faz seu trabalho, ficando ali, naquela esquina, parado fingindo que trabalha enquanto conversa com os amigos, com as mulheres que passam ou com outros guardas.
 

O Polícia Militar finge que policía, passeia com sua patrulha pela cidade, liga a sirene dando a entender que persegue algum suspeito pra poder avançar o sinal ou para correr desnecessariamente no meio de um engarrafamento, estaciona em qualquer lugar, pois, afinal, está “policiando”.

Os Legisladores fingem que legislam, enquanto na verdade estão ali na câmara municipal ou na assembléia estadual apenas defendendo os próprios interesses.
 

O grande problema é que um tira vantagem e ganha em cima do outro, e esse sistema contínuo, se transforma num ciclo “pernicioso” e no final o outro acaba tirando vantagem em cima do um, e essa relação ganha-perde, se transforma em uma perde-perde onde poderia ser uma relação ganha-ganha, pois a energia gasta bolando maneiras de se dar bem poderia ser usada em bolar maneiras da sociedade como um todo evoluir o que seria benéfico a todos, sem exceções.
 

Todos querem levar vantagem e todos acabam perdendo e o ganho se torna momentâneo naquela situação, mas em outra onde você não domina, ou não tem o poder ou o conhecido certo, você acaba perdendo. Esse é o círculo vicioso que deteriora todo o Brasil, e principalmente o Rio de Janeiro.
 

O brasileiro vive de burlar regras, só pensa nas vantagens individuais e nunca no coletivo.  


Brunoº°: vamos esperar o político agir diferente porquê? Eles são apenas o reflexo das atitudes negligentes, egoístas e anti-éticas de uma nação em que não se consegue enxergar um palmo além do futebol, da bunda e da cervejinha aguada do buteko !!!

E o carioca acha mesmo que é ixperto… 

Tirado do blog: Andando por aí…

Maha Mantra Hare Krishna !






O Cantar dos Santos Nomes






Por Sua Divina Graça  A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada.

 
O canto da vibração transcendental Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare/ Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare é o método sublime para revivermos nossa consciência de Krishna (Deus). Como almas espirituais vivas, somos todos originalmente entidades conscientes de Krishna, porém, devido a nossa associação com a matéria desde tempos imemoriais, nossa consciência está agora poluída pela atmosfera material.

A atmosfera material, na qual estamos vivendo agora, é chamada de maya, ou ilusão. Maya significa “aquilo que não é”. E que é essa ilusão? A ilusão é que todos nós estamos tentando ser os senhores da natureza material, enquanto, na verdade, estamos sob as garras de suas estritas leis. Quando o servo artificialmente tenta imitar o amo todo-poderoso, isto chama-se ilusão. Neste poluído conceito de vida, estamos ficando mais e mais enredados em suas complexidades.

Portanto, embora estejamos ocupados numa árdua luta por conquistar a natureza, estamos cada vez mais dependentes dela. Esta luta ilusória contra a natureza material poderá imediatamente acabar ao revivermos nossa consciência de Krishna. A consciência de Krishna não é um artifício imposto à mente; esta consciência é a energia original da entidade viva. Quando escutamos a vibração transcendental, esta consciência é revivida. E, para esta era, as autoridades recomendam este processo. Por experiência prática também, a pessoa pode perceber que, cantando esse maha-mantra, ou Grande Cântico da Libertação, ela pode de imediato sentir um êxtase transcendental proveniente da camada espiritual. E quando estiver realmente no plano de compreensão espiritual – superando as fases dos sentidos, mente e inteligência –,ela situa-se no plano transcendental.

Este canto de Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare/ Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare é diretamente decretado da plataforma espiritual, e assim, esta vibração sonora ultrapassa todas as camadas de consciência inferior – a saber sensual, mental e intelectual. Não há necessidade, portanto, de compreender a linguagem do mantra,tampouco há necessidade de especulação mental ou qualquer ajuste intelectual para cantar esse mantra. Ele surge automaticamente do plano espiritual, e nesse caso, sem nenhuma qualificação prévia, qualquer pessoa pode tomar parte no canto e dançar em êxtase.

Temos visto isso na prática. Até mesmo uma criança pode tomar parte no canto, ou mesmo um cão pode participar. É claro que para alguém que está muito enredado na vida material, leva um pouco mais de tempo para ele chegar ao ponto ideal, mas mesmo esse homem materialmente absorto eleva-se à plataforma espiritual mui rapidamente. Quando um devoto puro do Senhor canta o mantra, com amor, o mantra, exerce grande efeito sobre os ouvintes, e por isso, este canto deve ser ouvido dos lábios de um devoto puro do Senhor, para que se possam alcançar os efeitos imediatos. Tanto quanto possível, o canto dos lábios de não-devotos deve ser evitado, assim como o leite tocado pelos lábios de uma serpente tem efeitos venenosos.

A palavra Hara é a forma de dirigir-se à energia do Senhor e as palavras Krishna e Rama são formas de se dirigir ao próprio Supremo. Tanto Krishna quanto Rama significam “o prazer supremo eterno”. Hara é a suprema energia de prazer do Senhor, que modificada para Hare no vocativo, ajuda-nos a alcançar o Senhor.

A energia material, chamada de maya, também é uma das multifárias energias do Senhor. E nós, as entidades vivas, também somos uma energia – a energia marginal – do Senhor. As entidades vivas são descritas como superiores à energia material. Quando a energia superior está em contato com a energia inferior, uma situação incompatível surge, mas quando a energia marginal superior está em contato com a energia superior, chamada Hara, a entidade viva se estabelece em sua condição normal e feliz. Essas três palavras, a saber, Hare, Krishna e Rama, são as sementes transcendentais do maha-mantra. O canto é uma maneira espiritual de dirigir-se ao Senhor Supremo e Sua energia interna, Hara, pedindo-Lhes que dêem proteção à alma condicionada. Este canto é exatamente como o choro genuíno de uma criança por sua mãe.
A mãe Hara auxilia o devoto a alcançar a graça do supremo pai, Hari, ou Krishna, e o Senhor Se revela ao devoto que canta este mantra sinceramente. Nenhum outro método de realização espiritual, portanto, é tão eficaz nesta era quanto o canto do maha-mantra: Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare HareHare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare.


O mito da proteína





1 – Formadora de radicais livres

A Carne vermelha faz mal porque é rica em gorduras saturadas, que são as gorduras sólidas, especialmente suscetíveis ao ataque dos radicais livres. As carnes vermelhas são, portanto, alimentos pró-oxidantes.
 

O maior problema da carne vermelha é que, além de gorduras, ela possui muito ferro. Este mineral, ingerido junto com gorduras, que aumentam a secreção da bile, torna-se uma bomba para o organismo. Os ácidos biliares solubilizam o ferro, que se torna reativo e começa a formar vários radicais livres. Aliás, o ferro forma o mais perigoso dos radicais livres, o radical hidroxila. 


Hoje se sabe que o excesso de ferro pode causar doenças neurodegenerativas, por causa da formação de radicais livres. Por este motivo, não se recomenda mais esse mineral como rotina para fortificar as pessoas, a não ser em casos de anemia. Principalmente para os idosos, que naturalmente formam mais radicais livres, ferro em excesso pode ser muito perigoso.
 

É por isso que os vegetarianos têm muito menos câncer de intestino do que os não-vegetarianos: o ferro que eles consomem em grande quantidade nas verduras e grãos nunca participa da formação de radicais livres perigosos, pois não se combina com a gordura da carne vermelha.
 

Assim, para quem não pensa mesmo em se tornar vegetariano, basta comer o bife ou churrasco do domingo acompanhados de verduras e legumes, alimentos que contêm substâncias altamente poderosas no combate aos radicais livres.
   
2 – O mito da proteína completa
   
A idéia de que a carne e os derivados do leite são indispensáveis para conseguir os aminoácidos necessários à construção protéica é um dos maiores equívocos da nutrição clínica.
 

As proteínas são compostas de aminoácidos, 12 dos quais produzidos pelo corpo humano. Outros, conhecidos como aminoácidos essenciais, precisam ser obtidos através da alimentação.
 

A maioria dos alimentos de origem animal, como a carne e os laticínios, contém todos os oito aminoácidos essenciais e por essa razão foram considerados fontes de proteínas completas. Isso é uma distorção, porque a maioria das proteínas dos vegetais também contém os aminoácidos essenciais. Esta parte realmente se torna confusa. As proteínas que nós comemos, de origem vegetal ou animal, não são usadas como tal. Elas são dissociadas nesses aminoácidos, produzidos pelo organismo e mesmo em mais aminoácidos, frutos da dissociação metabólica das proteínas dos tecidos – um processo conhecido como catabolismo.
 

Não faz a menor diferença de onde vêm esses aminoácidos, de fonte animal ou vegetal. Em linhas gerais, qualquer variedade de vegetais fornece quantidades adequadas de aminoácidos essenciais. Não haverá deficiência protéica numa dieta vegetariana, desde que se consuma calorias suficientes. O que realmente faz diferença, entretanto, é se essas fontes de aminoácidos são ou não excessivas – o que acontece quando sua origem é animal. O consumo protéico dos consumidores de carne e laticínios é excessivo, frequentemente entre 100 e 200 gramas por dia, quando a quantidade indicada para a maioria dos adultos é de 50 a 60 gramas, fato que pode explicar uma série de desordens, como doenças renais, cardíacas, câncer, osteoporose, artrite, hipertensão, gota, úlcera e inúmeras outras doenças.
 

As carnes não fornecem “combustível” nem energia para uso do corpo. Os carboidratos produzem esse “combustível”. A carne não tem, virtualmente, carboidratos. Resumindo, não tem valor estimulante. As gorduras podem fornecer energia, mas sofrem um processo digestivo mais longo e se convertem em combustível somente quando as reservas de carboidratos do corpo estão esgotadas. Até lá, as gorduras ficam depositadas. Além disso, a carne não possui fibra, que é importante para evitar a prisão de ventre e as hemorróidas.
 

A dieta vegetariana proporciona maior rendimento tanto no trabalho físico como no intelectual, além de proporcionar uma grande capacidade de resistência à fadiga. Os grande poderes psíquicos atingidos pelo yogues da Índia baseiam-se numa alimentação reduzida, exclusivamente vegetariana.

3 – Vegetarianismo ou carnivorismo ?

A carne, que obtemos através do abate de animais geralmente herbívoros, é consumida no estado que segue á rigidez cadavérica, isto é, quando começa o processo de decomposição. Essa decomposição é produzida por bactérias que dão origem aos bacilos da putrefação. Ao comer a carne de animais, o homem ingere também essas toxinas,
sobrecarregando, então, seu fígado e seus rins com o trabalho de neutralizá-las e eliminá-las. Com o passar dos anos, estes órgãos, sobrecarregados de trabalho, enfraquecem e surgem as moléstias, que atingem não só os rins e o fígado, mas também todo o aparelho
digestivo, as articulações, etc.
 

Experiências provam que o fígado dos animais carnívoros pode destruir,
relativamente, de dez a quinze vezes mais ácido úrico que o fígado do homem. Isso explica porque os animais carnívoros podem subsistir com uma dieta que contém tanto ácido úrico como a carne.
Um fato incontroverso em ciência é que quando os alimentos permanecem nos intestinos por tempo suficiente para que principiem a putrefazer-se, produzem intoxicações no organismo. Por isto, os intestinos dos animais carnívoros são curtos e a sua digestão rápida, pois a carne putrefaz-se três ou quatro vezes mais depressa que os
vegetais e é preciso que seja eliminada antes que produza efeitos maléficos. Além disso, os animais carnívoros são mais susceptíveis ao câncer que os animais herbívoros. Nos homens, também, o câncer é mais comum entre os povos que comem carne, como os americanos e
europeus, do que entre populações que não comem carne, como os indianos. Essas doenças são praticamente desconhecidas por pessoas que vivem nas regiões rurais da China e do Japão, que ingerem 90% de suas proteínas de fontes vegetais.
 

Podemos pois ficar tranquilos, que numa dieta vegetariana, mesmo sem laticínios, há quantidade suficiente de proteínas. Uma variedade razoável de vegetais, grãos e legumes responde pelo suprimento de aminoácidos essenciais. As proteínas vegetais completas que por sua vez contêm todos os oito aminoácidos essenciais são encontradas nas amêndoas, nas sementes de gergelim, de abóbora e de girassol, na soja, no trigo-mouro, nos amendoins, no feijão, nas batatas, na cenoura, banana, couve de bruxelas, repolho, couve-flor, milho, beringela, couve, quiabo, ervilha, abóbora, tomate, em todas as folhas verdes e na maioria das frutas.

4 – Comparações fisiológicas

O ato de comer principia nas mãos e na boca. Os dentes humanos, da mesma forma que os dos herbívoros, são projetados para mastigar e triturar substâncias vegetais. Não possuem aqueles agudos dentes frontais que se destinam a cortar carne e que são característicos dos carnívoros. Os animais que comem carne geralmente deglutem seu
alimento sem mastigá-lo e, portanto, não necessitam de molares ou de uma mandíbula capaz de mover-se lateralmente. Também a mão humana, sem unhas aguçadas e com seu polegar que pode fazer oposição aos outros dedos, é mais adequada para colher frutos e vegetais do que para capturar uma presa. Uma vez no estômago, a carne necessita de sucos digestivos altamente concentrados em ácido clorídrico. Os estômagos dos seres humanos e dos herbívoros produzem menos de um vigésimo de ácidos em relação aos carnívoros.
 

Outra diferença está no trato intestinal, onde o alimento é digerido mais ainda e os nutrientes passam para o sangue. Um pedaço de carne é parte de um cadáver, e sua putrefação cria catabólicos venenosos dentro do corpo. Dessa forma, a carne deveria ser eliminada rapidamente. Com esse objetivo o intestino dos carnívoros é de apenas 3 vezes o tamanho do seu corpo. Desde que o homem, da mesma forma que os animais que não comem carne, possui um intestino doze vezes o tamanho do seu corpo, a carne, em decomposição fica retida por um tempo mais longo, produzindo grande quantidade de efeitos tóxicos indesejáveis.

CARNÍVOROS

*Têm presas.

*Sem poros cutâneos. Transpiram através da língua.
*Dentes frontais agudos para cortar. Sem dentes molares posteriores para triturar.
*Trato intestinal 3 vezes o comprimento do corpo, para eliminação imediata da carne em decomposição.
*Forte concentração de ácido clorídrico no estômago para digerir a carne.

HOMEM E HERBÍVOROS

*Não têm presas.
*Transpiram através de poros cutâneos.
*Sem dentes frontais agudos. Têm molares posteriores achatados.
*O homem tem o trato intestinal 12 vezes o comprimento do corpo, e os herbívoros de 10 a 12.
*Ácido do estômago 20 vezes menos concentrado que os carnívoros.

5 – A saúde está numa dieta sem carne.

Doenças renais – Mesmo aqueles que comem carne moderadamente necessitam que seus rins trabalhem três vezes mais em relação aos vegetarianos. Os rins de uma pessoa jovem podem aceitar este desafio, mas à medida que a pessoa envelhece o risco da doença e insuficiência renal aumenta grandemente.
 

Doença Cardíaca – Os animais carnívoros podem metabolizar quantidades quase ilimitadas de colesterol e de gorduras saturadas sem quaisquer efeitos adversos. Por outro lado, os sêres vegetarianos têm uma capacidade muito limitada de lidar com qualquer nível de colesterol ou de gordura saturada. No decorrer de muitos anos, depósitos gordurosos (placas) acumulam-se nas paredes internas das artérias, desencadeando a arterosclerose, ou endurecimento das artérias. Uma vez que as placas depositadas dificultam o fluxo de sangue para o coração, aumenta-se tremendamente o potencial de ataques cardíacos, derrames e cóagulos sanguíneos.
 

Câncer – O trânsito lento da digestão da carne no intestino humano está
relacionado com o câncer de cólon e câncer retal. Além do mais, sabe-se que enquanto digerida, a carne produz metabólicos esteróides que têm propriedades carcinogênicas (que produzem câncer).
 

Substâncias químicas perigosas – Os animais são mantidos vivos e engordados através da administração contínua de tranquilizantes, hormônios, antibióticos e 2700 outras drogas. Uma das substâncias químicas, hoje proibida, é o dietil stilbestrol, (DES) um hormônio que favorece o crescimento, usado nos últimos 20 anos, a despeito dos estudos que demonstraram ser ele carcinogênico. 


Outro popular estimulante do crescimento é o conhecido veneno arsênico. O nitrato e o nitrito de sódio, substâncias químicas usadas como conservantes para retardar a putrefação da carne defumada e de derivados da carne, inclusive presunto, toucinho, salame, linguiça e peixe, põem, também, a saúde em risco. Estas substâncias químicas dão à carne uma aparência vermelho-brilhante ao reagir com os pigmentos do sangue e do músculo. Sem estas substâncias, a tonalidade marrom-acinzentada natural da carne morta afastaria muitos consumidores.
 

Em decorrência das condições sujas e amontoadas a que os animais são forçados pela indústria da carne de corte, faz-se necessário o uso de grandes quantidades de antibióticos. Mas tal uso exacerbado de antibióticos propicia o aparecimento de bactérias resistentes aos mesmos, as quais são transmitidas àqueles que comem carne.
 

Toxinas – O trauma de ser chacinado também acrescenta os “Venenos da dor” (toxinas e estimulantes fortíssimos) à carne. Estes juntam-se no sangue do animal aos detritos que não foram eliminados, tais como a uréia e o ácido úrico, contaminando ainda mais a carne consumida.
 

Apinhados em condições sujas, alimentados à força e tratados com desumanidade, os animais destinados à matança contraem muito mais doenças do que normalmente contrairiam.
 

Os matadouros comerciais assemelham-se a visões do inferno. Animais a berrar são golpeados por açoites e malho, por choque elétrico e por armas de concussão. Eles são, então, suspensos pelos pés e muitas vezes, ainda, vivos, suas gargantas são furadas e a carne cortada.

Bibliografia

Cap.1:”A CHAVE DA LONGEVIDADE” de Helion Póvoa, médico ortomolecular. Editora
Objetiva.
Cap 2: “YOGA-SAÚDE E HIGIENE DO APARELHO DIGESTIVO” de Doris S. F. Cosmelli.
Cap 3: “DIETA VEGETARIANA PARA PAIS E FILHOS” do Dr. Charles R. Attwood, M.D.,
F.A.A.P., Ed MADRAS.
Caps 4 e 5: GOSTO SUPERIOR – Guia Prático do Vegetarianismo. Divisão Editorial da
Fundação Bhaktivedanta ( movimento Hare Krishna)

Sementes Germinadas






A germinação é a fase mais nutritiva da semente. Nela, o valor nutricional dos grãos assemelha-se ao de frutas e verduras e os teores de proteínas, vitaminas e minerais estão elevados. Os brotos disponibilizam ainda uma série de minerais, enzimas, fito-hormônios e antibióticos naturais e funcionam como substâncias alcalinizadoras do organismo. O processo de germinação corresponde a uma espécie de pré-digestão, em que as proteínas são decompostas em aminoácidos, os carboidratos em açúcares e as gorduras em ácidos graxos. Assim, as sementes germinadas são de mais fácil absorção pelo organismo, muito mais ricas e cheias de vida!!!


Foto Kirlian tirada a uma semente germinada notando-se a energia bem viva!
Primeiro, escolha algumas sementes. Lave-as e coloque-as em um vidro.
Cubra com água. No dia seguinte, escorra a água e lave bem as sementes.
Deixe o vidro num local à sombra e fresco. Uma vez por dia, lave as sementes com bastante água potável, até elas germinarem.

Dependendo da semente, a germinação pode variar de dois, quatro a sete dias. Lave e escorra os brotos quando estiverem prontos para o consumo. Para armazená-los, guarde-os no refrigerador em um recipiente forrado com papel toalha para mantê-lo secos e evitar a proliferação de fungos. Você ainda pode fazer farinha com seus grãos germinados. Basta secá-los ao sol, moê-los e coá-los em seguida com auxílio de uma peneira.

Os utensílios usados durante o preparo do alimento influem em sua energia. Portanto, é aconselhável que se dê preferência aos seguintes materiais: vidro, madeira e barro. 



Pare a carne ao menos pela causa ambiental

 


As árvores absorvem os gases tóxicos do excesso de dióxido de carbono que liberamos na atmosfera, e os convertem em oxigênio respirável. As árvores são os nossos supremos rejuvenescedores: sem elas, a vida na Terra, como a conhecemos, não poderia existir. As árvores das florestas tropicais também proporcionam um ambiente para a maior diversidade de espécies de animais e insetos do mundo. Ao queimarmos nossas florestas tropicais, não apenas destruímos a vegetação que produz oxigênio e o ambiente em que os animais e plantas vivem, mas também liberamos enormes quantidades de dióxido de carbono na atmosfera, e assim aceleramos o deletério efeito estufa.

Com toda a sua importância, por que as florestas tropicais são destruídas de uma forma tão inexorável? A resposta é uma simples questão de dor e prazer: o fator econômico. Consideráveis incentivos fiscais foram concedidos nesses países para que fazendeiros derrubem as florestas. É para abrir espaço para mais habitações? Claro que não. É para criar pastagens para o gado que será exportado como carne para os Estados Unidos. Os americanos importam dez por cento de sua carne da América do Sul e Central. A fim de atender a essa demanda, as florestas tropicais estão sendo eliminadas.


Cada vez que come um hambúrguer, isso representa a destruição de cinco metros quadrados de floresta tropical.


Você quer deter a destruição das florestas tropicais? Quer ajudar a restaurar o delicado equilíbrio de nosso ecossistema? Além de enviar seu apoio financeiro para organizações ecológicas, como a Green peace, a coisa mais importante que pode fazer é vincular dor a seus comportamentos pessoais que perpetuam o péssimo aproveitamento do planeta. Um passo, com toda certeza, seria reduzir ou eliminar o consumo de carne de hambúrguer. Um boicote deu certo com a indústria de atum, e pode dar certo aqui também. Não estamos falando apenas de dólares e centavos. O próprio planeta se acha em jogo. Saiba que as decisões que você toma sobre o que põe em seu prato ao jantar determinam, numa escala mínima, mas inegável, coisas como a quantidade de dióxido de carbono que é liberada em nossa atmosfera, e quantas espécies vegetais e animais morrerão a cada dia.


Vamos analisar o impacto de suas decisões dietéticas num nível local. Talvez você viva num estado americano, como eu, que experimenta uma intensa escassez de água. Na verdade, já se disse que no século XXI a água será o ouro do futuro, um dos nossos recursos mais valiosos e escassos. Como isso pode acontecer, num planeta que é predominantemente coberto por água? O motivo pode ser encontrado na administração incrivelmente medíocre desse recurso vital. Em termos específicos, o problema se relaciona com a indústria da carne. Pense no seguinte: a quantidade de água usada para criar um único bezerro é suficiente para fazer flutuar um contratorpedeiro americano! Na Califórnia, todos nos empenhamos com afinco para poupar água, com providências como não regar os gramados e instalar redutores de fluxo em vasos sanitários e chuveiros. Todas essas ações são importantes, mas você sabia que é preciso 19.394 litros de água para produzir meio quilo de carne? Isso significa que você pode poupar mais água por não comer carne do que poderia se deixar de tomar banho de chuveiro durante um ano inteiro.


Segundo David Fields, um economista de Cornell, e seu associado Robin Hur, “Cada dólar que os governos estaduais concedem aos criadores de gado, sob a forma de subsídios de irrigação, custa mais de sete dólares aos contribuintes em perdas salariais, aumento do custo de vida e receita empresarial reduzida”. O que uma pessoa pode fazer para poupar mais água? A resposta me parece óbvia: cortar o consumo de carne.


O mesmo acre de terra que produz 120 quilos de carne de boi daria para produzir 20.000 quilos de batata – mais ou menos a diferença entre alimentar uma pessoa e 160 pessoas!


Se cada americano reduzisse o consumo de carne em apenas dez por cento, o número de pessoas que poderiam ser alimentadas, usando os recursos que seriam liberados da criação de gado, seria de 100 milhões. É comida suficiente para alimentar cada homem, mulher e criança famintos da Terra… e ainda ter um excedente.


Finalmente, um dos recursos naturais mais importantes que estamos esgotando em decorrência de nosso hábito de carne é o solo arável. A natureza precisa de 500 anos para criar dois centímetros e meio de solo arável, e no momento estamos perdendo isso a cada 16 anos! Há duzentos anos, os Estados Unidos tinham 54 centímetros de solo arável, e agora temos apenas 15 centímetros. A quantidade de perda de solo arável relacionada diretamente com a produção de carne é de 85 por cento. Sem um solo arável adequado, nossa cadeia alimentar desmorona, e com isso nossa capacidade de existir.


John Robbins afirma que essa batalha será vencida não no Congresso americano nem nas salas de diretoria, mas pelos indivíduos: “A pessoa que vai ao supermercado, pára no balcão de carne, e pega um filé com a etiqueta de preço de oito dólares por quilo, deve compreender que tem na mão uma ilusão muito dispendiosa. Por trás da pequena etiqueta de preço, escondem-se as florestas tropicais que foram derrubadas, o suprimento de alimentos e água de nossos filhos, o solo arável de nossos filhos, seu futuro meio ambiente. E temos de olhar para o filé e dizer: Isso custa demais. O verdadeiro poder está nas decisões que você toma no supermercado, nos restaurantes e em sua cozinha.”

( Todo texto acima tirado do livro “Desperte o gigante interior” de Anthony Robbins )


As vacas vivas são uma vantagem econômica. É por demais claro que uma vaca viva fornece à sociedade mais alimento do que quando morta – sob a forma de fornecimento contínuo de leite, queijo, manteiga, iogurte e outros alimentos ricos em proteína. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


Para se cultivar meio quilo de trigo é necessário apenas 27 litros de água, ao passo que a produção de meio quilo de carne requer entre 1.125 e 2.700 litros de água. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


Na República de Platão, Sócrates, o grande filósofo grego, recomendava uma dieta vegetariana porque ela permitiria ao país usar de maneira mais inteligente seus recursos agrícolas. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


Embora não se divulgue amplamente, os cereais, os feijões e o leite são uma fonte excelente de proteína de alta qualidade. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


Não tenho dúvida de que a suspensão do consumo de animais faz parte integrante do destino da raça humana em seu aperfeiçoamento gradual. (Thoreau)

Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para a satisfação de nossos desejos corpóreos. (Gandhi)


Eu conhecia todos os argumentos fisiológicos, econômicos e ecológicos que apoiavam o vegetarianismo, mas foi a experiência, direta da crueldade do homem para com os animais que estabeleceu o verdadeiro alicerce de meu compromisso com o vegetarianismo. (Peter Burwash – campeão de tênis).


Oh, queridos companheiros, não profaneis vossos corpos com alimentos pecaminosos. Nós temos milho, temos maçãs que curvam os galhos com seu peso e uvas crescendo nos vinhedos. Há ervas de sabor doce e legumes que podem ser cozidos e abrandados no fogo, nem se nos nega o leite ou o mel perfumado com menta. A terra proporciona um suprimento exuberante de riquezas, de alimentos inocentes e oferece-nos banquetes que não envolvem derramamento de sangue ou matança; somente as feras satisfazem sua fome com carne, mas nem todas elas, pois os cavalos, o gado e as ovelhas subsistem de grama. (Pitágoras)


Certamente não são leões e lobos que comemos para defesa pessoal; pelo contrário, ignoramos estes e chacinamos criaturas dóceis e inofensivas, sem presas ou dentes para nos atacar. Por um pouco de carne tiramos-lhes o sol, a luz e a duração de suas vidas a que elas têm direito por seu nascimento e por sua existência. (…) Se afirmais ser naturalmente projetados para esta dieta, então primeiramente matai vós mesmos aquilo que desejais comer. Entretanto, fazei isto somente através de vossos próprios recursos, sem ajuda de cutelo, de um cacete ou de qualquer tipo de machado. (Plutarco)


Da Vinci considerava os corpos de comedores de carne como sendo “locais de sepultamento”, sepulturas dos animais que eles comiam. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


O filósofo francês Jean Jacques Rousseau observou que os animais carnívoros são mais cruéis e violentos do que os herbívoros. Ele concluiu, portanto, que uma dieta vegetariana produziria uma pessoa mais compassiva. Chegou mesmo a aconselhar que não se permitisse que os açougueiros testemunhassem no tribunal ou que se sentassem no júri. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


Pode-se, de fato, pôr em dúvida se a carne dos açougues é, de alguma maneira, necessária à vida. Grãos e outros legumes, juntamente com leite, queijo e manteiga, ou óleo, caso não se tenha a manteiga, propiciam a dieta mais completa, saudável, nutritiva e revigorante. Em nenhum lugar o decoro impõe que alguma pessoa deva comer carne. (Adam Smith – economista)


Qualquer que seja a minha prática, não tenho dúvida de que a suspensão do consumo de animais faça parte integrante do destino da raça humana em seu aperfeiçoamento gradual. (Henry David Thoreau)


É necessário que se corrija o erro de que o vegetarianismo tenha nos tornado fracos de mente e passivos ou inertes de ação. Não considero a alimentação carnívora necessária em nenhuma etapa. (Mohandes Ghandi)
Certa vez, alguém perguntou à George Bernard Shaw (dramaturgo) por que ele parecia tão jovem. “Não, eu não pareço”, retrucou ele. “Aparento a idade que tenho. São as outras pessoas que parecem ser mais velhas do que são. Que pode você esperar de pessoas que comem cadáveres? (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


É incoerente o fato de orarmos a Deus por misericórdia e justiça, enquanto continuamos a comer a carne dos animais que são mortos por nossa própria causa. (Isaac Bashevis Singer – escritor, ganhador do prêmio Nobel)


Vários filósofos e líderes religiosos tentaram convencer seus discípulos e seguidores de que os animais não passam de máquinas sem alma e sem sentimentos. Contudo, qualquer pessoa que tenha alguma vez convivido com um animal – seja ele um cachorro, um pássaro ou mesmo um rato – sabe que esta teoria é uma mentira deslavada, inventada para justificar a crueldade. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


Eis que vos tenho dado toda a vegetação que dá semente que há na superfície de toda a Terra, e toda a árvore em que dá fruto e que dá semente. Sirva-vos isto de alimento. (Gênesis 1:29)


E a todo animal selvático da Terra, e a toda criatura voadora do céu, e a tudo que se move sobre a Terra, em que há vida, tenho dado toda vegetação verde por alimento. (Em Gênesis 1:30)


Mas a carne com sua vida – seu sangue – não deveis comer. E, além disso, exigirei de volta o sangue de vossas vidas; da mão de cada criatura vivente exigirei de volta. (Gênesis 9:4)


Diz o Senhor: Já estou farto dos holocaustos de carneiro e da gordura de animais bem cevados; e não me agrado do sangue de novilhos, de cordeiros e de cabritos. E quando estendeis as palmas de vossas mãos, desvio de vós os Meus olhos. Embora façais muitas orações, não escuto; as vossas próprias mãos se encheram de derramamento de sangue. (Isaías 1:5)


Quem mata um boi é como o que mata um homem. (Isaías 66:3)


Todos são criaturas de Deus, embora em diferentes corpos ou roupas. Deus é considerado o pai supremo. Um pai pode ter muitos filhos e alguns podem ser inteligentes e outros não muito inteligentes, mas, se um filho inteligente diz a seu pai: ‘Meu irmão não é muito inteligente; deixe-me matá-lo’, irá o pai concordar?… Analogamente, se Deus é o pai supremo, por que deveria Ele sancionar a matança dos animais que também são Seus filhos? (Srila Prabhupada do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


As pessoas que consideram que matar pessoalmente um animal seja algo muito horrendo, tendem a julgar que o simples comer a carne não as envolve em violência. Mas esta opinião é muito superficial e não encontra apoio em qualquer autoridade espiritual válida. De acordo com a lei do karma, todos aqueles que estão associados com a matança de um animal são merecedores de punição: quem permite a matança, quem mata, quem ajuda, quem compra a carne, quem cozinha a carne e quem a come. Em um tribunal de justiça todos aqueles que conspiram em um assassinato são considerados responsáveis, especialmente o grupo que contrata os serviços do assassino. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).


A matança insensível e brutal de inumeráveis animais indefesos deve ser considerada como um poderoso fator causal desta onda de incontrolável violência.
Nos seus significados do Srimad-Bhagavatam, Srila Prabhupada esclarece que a violência generalizada entre os seres humanos é uma reação kármica à matança de animais. Disse ele: “Nesta era, a propensão à misericórdia é quase nula. Por conseguinte, existem sempre lutas e guerras entre homens e nações. Os homens não compreendem que, por matarem irrestritamente tantos animais, eles também terão que ser mortos como animais em grandes guerras. (…) No Ocidente, matadouros são mantidos sem restrição e, portanto, a cada cinco ou dez anos ocorre uma grande guerra na qual incontáveis pessoas são mortas de maneira até mais cruel que os animais. Às vezes, durante a guerra, os soldados mantêm seus inimigos em campos de concentração e matam-nos de forma muito cruel. Estas são reações provocadas pela matança irrestrita de animais em matadouros e pelos caçadores na floresta”. (Fundação Bhaktivedanta do livro “Gosto Superior – guia prático da alimentação vegetariana”).

O vegetariano Albert Einstein

Albert Einstein (1879-1955) é um ícone da ciência e da história como um todo. Seu último ano de vida o tornou também um ícone do vegetarianismo, devido à sua adoção desse nobre sistema alimentar e suas frases de efeito sobre o assunto.

Uma das figuras mais famosas da história, descobridor da clássica fórmula E=MC(2), Einstein tornou-se vegetariano muito tarde, apenas em seu último ano de vida, embora tenha apoiado a ideia há muito tempo antes disso. Numa carta a Max Kariel, em 1953, ele disse:
“eu sempre comi carne animal com uma qualquer coisa de consciência pesada“.

Noutra carta, um ano depois, dessa vez a Hans Muehsam, constatou:
“então eu estou vivendo sem gorduras, sem carnes, sem peixes, mas estou me sentindo muito bem dessa forma. Sempre me pareceu que o homem não foi nascido para ser um carnívoro“.

“Nada beneficiará mais a saúde da humanidade e aumentará as chances de sobrevivência da vida na Terra quanto a dieta vegetariana.”
  
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Brunoº°: vai lá e reflita, sempre é bom dar tempo ao tempo…





Brava Luta Vegana

Está aberto à descoberta de novos “sabores” ?
 O veganismo é uma filosofia seguida por pessoas que, por princípio ético, não usam produtos de origem animal: carnes, laticínios, ovos, mel, couro, lã, seda, etc., e se abstêm de produtos testados em animais, incluindo remédios, cosméticos e produtos de limpeza. Vegans também não pactuam com outras formas de exploração e desrespeito à vida animal entre elas: circos, rodeios, rinhas, comércio de animais.

Muitas pessoas vêm o veganismo simplesmente como uma dieta restritiva, uma lista de produtos e ingredientes a serem evitados, mas na verdade, isso é apenas parte da filosofia de vida positiva e de compaixão.

O veganismo é um caminho para deixar de ser cúmplice das crueldades inerentes à criação animal. Cada um de nós pode fazer escolhas por um mundo melhor a cada dia.

Há quem ache um direito natural do homem submeter os animais a todo tipo de crueldade, assim como já foi natural, no passado, que algumas pessoas se julgassem superiores às outras pela diferença da cor da pele ou credo religioso.

Foi preciso que grupos abolicionistas e humanitaristas trabalhassem (mesmo sendo ridicularizados e discriminados— no início), para que os homens enxergassem o absurdo na forma como tratavam outros serem humanos (mulheres e escravos).


A mudança de consciência já está acontecendo e cada vez mais homens auxiliados por um novo tipo de abolicionistas— que falam por seres que não podem falar por si— saberão que os outros animais não são sua propriedade. São seres com direito a vida digna.

“Uma injustiça continua sendo uma injustiça
mesmo que todo mundo a cometa”.
Claude Pasquini

O que há de errado em consumir laticínios?

Leite x Vitela

A condição para que uma vaca produza leite é ter um bezerro, “vacas leiteiras” são emprenhadas artificialmente todos os anos para manter o abastecimento regular de leite. Na ordem natural das coisas, o bezerro tomaria o leite (eliminando a necessidade de se ordenhar a vaca). Mas os filhotes das vacas são separados da mãe com um dia ou dois de vida, para que os seres humanos tenham esse leite que seria do bezerro.

As fêmeas são abatidas imediatamente ou criadas para serem futuras vacas leiteiras “. Os machos são confinados por 16 semanas em um espaço minúsculo onde não conseguem nem se mexer: Esses bezerros são criados para a produção de vitela (baby beef). É por meio do confinamento que sua carne fica mais macia uma vez que não podem fazer praticamente nenhum movimento”.

Exploração

A grande demanda por produtos lácteos implica em grande sofrimento para as vacas, fazendo com que elas produzam alem de seu limite natural. A elas são ministrados hormônios de crescimento para que produzam uma quantidade imensa de leite.

Mesmo os poucos fazendeiros que escolhem não criar seus animais de maneira intensiva, precisam eliminar o bezerro que beberia o leite e finalmente têm que mandar a mãe para o matadouro quando esta fica velha demais para produzir leite.


Saúde

Dr. Benjamin Spock, importante pediatra americano, declarou-se contra o consumo de leite de vaca na dieta das crianças, pois pode causar anemia, alergias e futuros dependentes de insulina devido à diabetes que provoca se consumido por um longo período de tempo.
O leite e os derivados também podem causar osteoporoses não preventivas, uma vez que contém alto nível de proteína, o que impede a produção de cálcio no organismo. Estudantes da universidade de Harvard, depois de muitos estudos, afirmam que beber leite pode causar de fato osteoporose.

O que há de errado em consumir ovos?

Criação intensiva

Quando são criadas intensivamente, quatro ou cinco galinhas poedeiras vivem em uma gaiola, com piso de arame, do tamanho de uma folha de jornal dobrada. As gaiolas são freqüentemente empilhadas uma sobre as outras, deixando que excrementos caiam nas aves de baixo.

Por serem manipuladas para pôr ovos enormes, os úteros das galinhas podem prolapsar(o útero inteiro é expelido junto com o ovo).

As galinhas que naturalmente exploram o ambiente ciscando, quando confinadas nas fazendas-fábrica, bicam umas as outras. Para combater isso, os trabalhadores cortam sem anestesia até dois terços dos seus bicos.

O corte dos tecidos delicados com a faca causa dor que persiste por semanas ou até meses. Para que elas não durmam e comam mais, as luzes ficam acessas constantemente. Finalmente quando se tornam “gastas” ou sua produção cai, são mandadas para os matadouros.


Assista ao trailer do filme “A Carne é Fraca “.

O que há de errado em consumir mel?

Manejo de abelhas

As abelhas são manipuladas para produzir muitos produtos para o uso humano: Mel, própolis, pólen, geléia real. Pelo fato de serem vistas voando livres elas são consideradas livres das crueldades usuais da indústria das fazendas.

Entretanto, as abelhas são tratadas da mesma forma do que qualquer outro animal de fazenda.

Elas passam por uma rotina de exames e manejo, regimes alimentares artificiais, drogas e tratamento de pesticidas, manipulação genética , inseminação artificial, transporte
(por ar, estrada ou trilho) e morte.

Abelhas rainhas

As abelhas rainhas são inseminadas artificialmente com esperma obtido de abelhas decapitadas. As rainhas são mortas quando sua habilidade de produção de ovos entra em declínio.

Manipulação
Quando os apicultores manipulam os favos, muitas abelhas são esmagadas e mortas. Baforadas de fumaça são lançadas para acalmar as abelhas, instrumentos especiais são introduzidos nas colméias para coletar os produtos das abelhas quando elas entram na colméia.

As abelhas são separadas de suas colméias por serem sacudidas vigorosamente ou por jatos fortes de ar, o que provoca a perda de suas asas e pernas.

As abelhas são alimentadas com pólen artificial e calda de açúcar branco para substituir o mel que foi retirado.

Vivissecção

Muitas experiências são desenvolvidas nas colônias para aumentar a produção de mel, o que resulta em mais dinheiro.

No Japão, abelhas sofrem radiação para fazer com que os ferrões se tornem inofensivos, com o intutito de se “fabricar” abelhas sem ferrão para um manuseio mais fácil. Na Austrália, testes estão sendo feitos sobre uma proteína no ferrão da abelha para tratar o câncer.

Abelhas voam cerca de 800 km em sua vida de operárias e produzem apenas meia colher (de chá) de mel. Vivem cerca de 30-35 dias.

A função dos produtos das abelhas nas colméias:

* Mel: fonte de alimento das abelhas, é estocado na colméia para os meses de inverno. O mel também ajuda a manter uma temperatura adequada na colméia.

* Cera: é usada como estrutura básica dos favos.

* Própolis: é usado pelas abelhas para tapar buracos e envernizar a colméia, é um antibiótico natural, antiviral e agente antifungo.

* Pólen: outra fonte de alimento para as abelhas e é estocado na colméia.

* Geléia real: é a única fonte de nutrição para a abelha rainha por toda a sua vida.

Na nossa alimentação podemos substituir o mel por: melado de cana, malte de cereais, açúcar mascavo, demerara, xarope de glicose, suco de frutas concentrado, entre outros.

Peles

Raposas, chinchilas, zibelinas, visons e outros animais silvestres são perseguidos e capturados por armadilhas ou caçados e colocados em jaulas. Privados de seus instintos, desenvolvem comportamento estereotipado, auto mutilação e canibalismo. São mortos por asfixia, injeção letal, eletrocutados e até mesmo tendo seus pescoços quebrados.

A opinião pública condena o uso de peles de animais, por ser considerado símbolo de vaidade cruel, mas o couro do animal nem sempre recebe tal condenação.

Pessoas dão a desculpa de que o animal já morreu para o consumo de sua carne, então não importa que se use a pele que restou para fazer um par de sapatos ou uma jaqueta. Na verdade, ao fazer isso, estarão apoiando a indústria da carne que é baseada no sofrimento animal.Para dela se obter a lã, a ovelha é submetida a um processo violento, que muitas vezes resulta em cortes e machucados. Ovelhas criadas em países quentes freqüentemente morrem de exaustão e desidratação devido ao calor. Ainda jovens são abatidas quando sua lã perde a qualidade.Para se obter a seda, o bichinho que a produz é fervido vivo.

Websites


Couro

A opinião pública condena o uso de peles de animais, por ser considerado símbolo de vaidade cruel, mas o couro do animal nem sempre recebe tal condenação.
Pessoas dão a desculpa de que o animal já morreu para o consumo de sua carne, então não importa que se use a pele que restou para fazer um par de sapatos ou uma jaqueta. Na verdade, ao fazer isso, estarão apoiando a indústria da carne que é baseada no sofrimento animal.


Para dela se obter a lã, a ovelha é submetida a um processo violento, que muitas vezes resulta em cortes e machucados. Ovelhas criadas em países quentes freqüentemente morrem de exaustão e desidratação devido ao calor. Ainda jovens são abatidas quando sua lã perde a qualidade.

Seda

Para se obter a seda, o bichinho que a produz é fervido vivo.

Indicação de livros

. “Cozinhando sem Crueldade”, Ana Maria Curcelli editora Colcha de Retalhos

. “Ética prática”, Peter Singer, Editora Martins


Receitas Veganas


” Os animais do mundo existem para seus próprios propósitos. Não foram feitos para os seres humanos, do mesmo modo que os negros não foram feitos para os brancos, nem as mulheres para os homens”. Alice Walker 


*** Materia retirada do site InstitutoNinaRosa.org. *** 

EMBED

COSMOS de Carl Sagan ( série )







Idealizada por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan, produzida pela KCET e Carl Sagan Productions, em associação com a BBC e a Polytel International e veiculada nos EUA pela PBS, Cosmos é um dos mais formidáveis exemplos da amplitude e eficácia que a divulgação científica pode atingir por meios audiovisuais, quando servida por uma personalidade carismática como a de Carl Sagan e apoiada por recursos técnicos de qualidade.
Utilizando efeitos especiais disponíveis na época apenas para produções como Guerra nas Estrelas, Segan leva o espectador em sua nave imaginária a uma viagem pelos limites do universo, ao reino do infinitamente grande, dos aglomerados de galáxias aos berçários estelares, das gigantes vermelhas às supernovas e pulsares.
De volta à Terra, penetra no mundo do infinitamente pequeno, das partículas atômicas aos componentes básicos da vida. Sagan nos conduz com genialidade pelo mundo da física moderna, transmitindo conceitos complexos de forma simples e cativante. Com imensa criatividade, passeia pela história, revelando ao público as contribuições de alguns dos maiores nomes da ciência e de fatos históricos que mudaram para sempre o pensamento e o rumo da humanidade.
Cosmos e sua trilha sonora, formada por faixas do aclamado álbum Heaven and Hell (1975), do Vangelis, tornam-se um só, imagem e som unidos com rara perfeição. Filmado ao longo de três anos, em quarenta locais de doze países, o programa abriu a janela do Universo a mais de 500 milhões de pessoas ao redor do mundo, e inspirou toda uma geração a seguir pelos caminhos da ciência ao desmistificar o que até então era informação científica inacessível ao grande público.
A série é composta por um total de 780 minutos de material, distribuídos por 13 episódios de 60 minutos cada. O material foi revisto, dez anos após, pelo próprio Carl Sagan e por sua esposa e ajudante, Ann Druyan. No final de alguns episódios encontra-se uma apresentação das atualizações e novas descobertas científicas feitas em relação às matérias expostas desde o lançamento original desta série que, ainda hoje, mantém-se atual e repleta de “profecias” acerca dos avanços científicos e dos caminhos de nossa civilização.
Por mais que tenha sido produzida a quase 30 anos, quase todos os conceitos científicos discorridos nos treze episódios fazem parte dos fundamentos da física teórica moderna. Assim, a série continua bastante válida e atual.
Como entretenimento, pode-se dizer que continuará como referência ainda por muito tempo, pois aborda não somente o mundo da física, mas incorpora a esses conhecimentos, fatos históricos relevantes e interessantíssimos que, além de nos posicionar no tempo, revela a íntima relação que existe entre a ciência e o espírito de sua própria época.
Em relação às conjecturas ou hipóteses levantadas pelo autor como exercício de imaginação e “predição”, foram acrescentadas atualizações (feitas dez anos mais tarde) aos episódios onde tais medidas eram cabíveis.
Esta série tem como seu maior objetivo incitar o espectador a refletir sobre os temas expostos com base em uma visão crítica e humanista – coisa rara nas programações atuais -, desviando-se da orientação comum (e burra) de tratar as pessoas como meros recipientes de conhecimento, quase sempre estéreis, como se costuma fazer nas escolas.
Talvez seja essa a razão do sucesso desse trabalho e de sua influência entre tantos jovens cujas carreiras foram guiadas por esse pensamento crítico e investigativo.
Enfim, é bem mais do uma coleção de informações científicas. E mesmo que porventura estivesse datado, ainda assim valeria a pena assistir.

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